terça-feira, 3 de junho de 2025

DOCUMENTÁRIO: SEREMOS HISTÓRIA?

 

[12:30, 03/06/2025] Eu? Descubra: VOCÊ VAI FICAR SÓ ASSISTINDO O PLANETA DESAPARECER? 🌱


🔥 As mudanças climáticas já estão entre nós!

Tempestades, secas, calor extremo... tudo isso é consequência da ação humana e da queima desenfreada de carvão, petróleo e gás. O tempo está passando e rápido! ⏳


🎬 No Dia Mundial do Meio Ambiente, o Cine Ambiental convida você para uma exibição poderosa:

📽️ DOCUMENTÁRIO: SEREMOS HISTÓRIA?

Uma pergunta urgente. Um chamado à consciência.

Vamos entender o que está acontecendo com o planeta  e o que ainda dá tempo de fazer!

📅 Data: 05 de junho de 2025

🕘 Horários:

✔️ Manhã: 9h30

✔️ Tarde: 15h

📍 Local: Laboratório de Agroecologia – UEA/CESTB


🚨 O planeta está pedindo socorro.

💡 Vamos agir antes que a história acabe  e nós viremos passado.

👣 Participe. Traga sua voz. Traga sua ação.

 


terça-feira, 11 de março de 2025

 🌴 🌴 🌴 


A REDE DE SOLUÇÕES DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DA AMAZÔNIA (SDSN AMAZÔNIA) certifica que a solução Agricultura de Quintais familiares urbanos em Tabatinga e Benjamin Constant no Estado do Amazonas 

liderado pela Professora Maria Francisca Nunes de Souza do Instituto Natureza e Cultura da Universidade Federal do  Amazonas (UFAM), foi selecionado como SEGUNDO COLOCADO na Chamada de Soluções Sustentáveis para Amazônia da  Universidade Federal do Amazonas - UFAM 2019/2020. 

Manaus, AM, 28 de julho de 2020 


Virgilio Viana

 Coordenador da SDSN Amazônia 

Adalberto Luis Val 

Presidente do Comitê Técnico-Científico  da Plataforma de Soluções 

Carolina Ramírez Méndez 

Secretária Executiva  

da SDSN Amazônia



segunda-feira, 4 de novembro de 2024

ECOPOLAT 2014 | Conferência: Culturas, naturezas e territórios



ECOPOLAT 2014 | Conferência: Culturas, naturezas e territórios

CPDA - UFRRJ
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ECOPOLAT 2014

Seminário de ecologia política na América Latina: Desafios teóricos e práticos

Conferência: Culturas, naturezas e territórios

Carlos Walter Porto Gonçalves - POSGEO, LEMTO, UFF
Héctor Alimonda (Moderador)

12, 13 e 14 de novembro de 2014
Rio de Janeiro - Brasil







ECOPOLAT 2014 | Conferência inaugural Enrique Leff

sexta-feira, 25 de outubro de 2024

CURSO ECOLOGIA POLITICA DA DIVERSIDADE BIOLOGICA AMAZONICA

 ECOLOGIA POLITICA DA DIVERSIDADE BIOLOGICA AMAZONICA

Objetivo Geral:

Fornecer uma compreensão aprofundada dos fatores ecológicos, culturais e políticos que afetam a biodiversidade amazônica e suas relações com o desenvolvimento, a mercantilização da natureza e a resistência cultural e ecológica das populações locais.


Módulo 1: Fundamentos da Ecologia Política e o Mundo da Vida

Duração: 3 horas

1.1 Introdução à Ecologia Política e o Mundo da Vida (45 min)

Definição e origem da ecologia política

O conceito de "mundo da vida" e sua relação com o desenvolvimento moderno

A ecologia política no contexto da América Latina e da Amazônia

1.2 Modernidade e Modernização da Vida Humana e Natural (1h 15 min)

Modernização e impacto sobre comunidades amazônicas

Comunicação, linguagem e informação no mundo da vida amazônico

Influências da modernidade na biodiversidade e nos modos de vida

1.3 Discussão e Exercício Prático (1h)

Discussão sobre como a modernização afeta a biodiversidade e a vida comunitária

Dinâmica em grupo: Identificar os impactos positivos e negativos da modernidade na Amazônia


Módulo 2: História Ambiental e Estruturação da Planície Amazônica

Duração: 3 horas

2.1 História Ambiental do Estuário Amazônico (45 min)

Formação geológica e biológica da planície e do arquipélago de Belém

A diversidade biológica como um recurso nas planícies de inundação

Importância da planície amazônica para a biodiversidade local e global

2.2 Mercantilização da Vida e Biodiversidade (1h 15 min)

A "mercadorização" da diversidade de vida na Amazônia

Introdução do conceito de “Neo-Europa” e "Nova Atlântida Amazônica"

Impacto da economia de mercado na biodiversidade e nos recursos naturais

2.3 Discussão e Exercício Prático (1h)

Debate sobre a visão dos recursos naturais como mercadoria e as consequências para a biodiversidade

Análise em grupos de casos locais de impacto da mercantilização na Amazônia


Módulo 3: Espécies e Formações Estruturais da Biodiversidade Amazônica

Duração: 3 horas

3.1 O Papel de Espécies-chave na Estrutura Ecológica (45 min)

Discussão das espécies como formadoras do mundo da vida: açaí, café, cupuaçu e manga

A relação ecológica e econômica dessas espécies com a biodiversidade e as populações locais

3.2 Ecologia Política das Espécies (1h 15 min)

O açaí como símbolo de resistência cultural e ecológica

Estudo do cupuaçu e o processo de patenteamento da flora amazônica

A introdução e impacto de espécies como a manga no ecossistema local

3.3 Estudos de Caso e Discussão (1h)

Divisão dos participantes em grupos para análise de estudos de caso: açaí e povos ribeirinhos, café e comunidades afrodescendentes, cupuaçu e direitos de propriedade

Discussão dos impactos de tais culturas na biodiversidade e economia local


Módulo 4: Ecologia Política e Resistência Cultural na Amazônia

Duração: 3 horas

4.1 A Resistência Cultural e Musical Frente à Globalização (45 min)

Expressões culturais de resistência ao avanço da modernidade e globalização

Papel da música, arte e cultura na preservação da identidade e biodiversidade

4.2 Políticas Ambientais e Sustentabilidade (1h 15 min)

Avaliação das políticas públicas para a proteção da biodiversidade amazônica

O papel da ecologia política na construção de políticas sustentáveis

Ações de resistência popular e comunitária em defesa da biodiversidade e dos direitos territoriais

4.3 Reflexão Final e Encerramento (1h)

Discussão final sobre como a ecologia política pode apoiar a preservação e sustentabilidade da Amazônia

Dinâmica de encerramento: Visões para o futuro da biodiversidade amazônica e as contribuições dos participantes


Recursos e Metodologia:

Materiais: Apresentações em slides, artigos e vídeos curtos sobre o tema

Metodologia: Exposição oral, discussões em grupo, dinâmicas práticas e estudos de caso

Público-alvo: Estudantes, profissionais de meio ambiente, lideranças comunitárias e interessados em ecologia política e conservação da biodiversidade