quarta-feira, 9 de setembro de 2015

BRASIL QUE CRIO O MONSTRUO CHAVISMADURISTA EM VENEZUELA AGORA AJUDE A ACABAR COM ELE

Independencia
O governo brasileiro de Lula e Dilma e um dos principais responsáveis pela situação grave que existe agora na fronteira de Venezuela e Colombia. Brasil com sua retórica falsa de socialismo do século XXI escondeu uma estrategia predatória para ganhar para suas empresas o mercado da Venezuela de 14000 milhões de dolares. Colombia perdeu esse mercado e o Brasil nao teve a capacidade logística para suprir esse mercado a preços similares dos feitos pelos colombianos deixando a Venezuela sem abastecimento. Agora Maduro culpa Colombia do desabastecimento mas nao consegue enxergar que foi utilizado pelos brasileiros que depois o deixaram sozinho, e como tem com o Brasil supostas afinidades políticas socialistas nao ve essa realidade.

O Brasil possa nos cenários internacionais de mediador e conciliador mas por detrás disso esta sempre o pragmatismo português que põe primeiro o econômico ao político, assim esse falso socialismo do século XXI ou a irmandade latinoamericana ocultam os interesses econômicos dos empresarios do Brasil em especial as empresas frigorificas das quais o proprio Lula e acionista.
Colombia nao pode aceitar mas essa postura dúbia e falaciosa da diplomacia brasileira e aceitar  mediações desse pais em conversas com Venezuela ou qualquer outro pais com quem exista conflito.


Brasil e o maior vendedor de armas para enfrentar a oposição na Venezuela, as balas de borracha fabricadas em Brasil sao usadas para nas ruas de Caracas e outras cidades de Venezuela atacar a população fomenta e pobre gracas a política praticada por Maduro e seus cumplices.




quarta-feira, 8 de julho de 2015

O ESTADO SEQUESTRADO PELAS IGREJAS O PODER MILITAR E A CORRUPCAO EMPRESARIAL NA AMAZONIA

Arcos Lapa Rio manifesto contra Copa2014
Hoje de tarde estava na sala de professores da Universidade Estadual do Amazonas em Tabatinga,  sentimos disparos dentro do prédio da universidade, ficamos apavorados fechamos a sala e depois observamos movimentação de policia armada dentro da universidade saímos com alguns docentes e vimos que na rua frente da universidade estavam gritando pessoas como se houvessem matado alguém.

Depois soubemos por comentário de populares que era uma simulação de assassinato feita dentro de um curso que estes policiais estariam fazendo no prédio da universidade.

Me pergunto se uma universidade e o local adequado para fazer disparos mesmo que sejam de treinamento, ou para fazer ensaios de táticas policiais que incluam uso de armas.

Também me pergunto porque não fomos comunicados sobre isso.

Todo mundo sabe que Tabatinga e uma cidade extremamente insegura e por isso esse tipo de acontecimento e preocupante mesmo sendo treinamento.

Porque a comunidade universitária não foi comunicada do curso que os policiais estavam fazendo.

Lembro da diretora Valdete da Luz Carneiro que nos idos anos de 2006 emprestava o veiculo da Universidade Federal do Amazonas para que a Policia Federal fizesse operações de controle na cidade de Benjamin Constant, depois professores e alunos saiamos nesse mesmo veiculo para fazer trabalhos próprios a missão da universidade, so que os criminosos não vão discernir em se o veiculo pertence ou  não a uma instituição de ensino com uma missão bem diferente a de uma forca policial.

Assim fica a reflexão sobre o que pode e não pode ser feito dentro de uma universidade publica, será que podemos fazer dela uma igreja para pratica religiosa dentro, se o estado e laico, ou usar ela como local de festas e bebedeiras como uma boite, ou como loja de cabeleireiro ou comercio de perfumes como alguns alunos fazem em sala de aula, ou ainda usar ela como quartel militar ou policial.

A policia militar do estado não tem locais apropriados dentro de suas dependências para realizar cursos e praticas que envolvam uso de armas de fogo acho que sim, então porque vir a universidade a fazer isso.

Lembro que a Convenção de Genebra que regula as regras da guerra porque ate a guerra tem regras diz que escolas, universidades, hospitais e igrejas são locais santuário onde a população pode ir para se proteger em caso de calamidade.

 

 

sexta-feira, 5 de junho de 2015

BRICS : ECOLOGIA POLITICA E ETICA GLOBAL

Hora do povo (2014) plena Copa Mundo
Ha varios anos foi lançada esta abreviatura que resume as supostas semelhanças estruturais entre Brasil, Russia, India, China e Sulafrica como potencias emergentes que poderiam posicionar se como novas potencias globais frente as tradicionais Estados Unidos e Europa.

America Latina sem Brasil, cuja elite nunca se considero como parte de um pais latino, nao foi considerada como bloco emergente por razoes que tem a ver como os interesses políticos que deram origem a esta aliança chamada BRICS.

Porque uma calificadora de risco avalia que estes países do BRICS sao terrenos férteis para investimentos com alta taxa de lucro?

Sera que estes paises tem uma política ambiental responsável contribuindo de forma adequada com as responsabilidades derivadas da mudança climática, ou tem uma política social e trabalhista que favorece os trabalhadores promovendo sua ascensão social, ou sera que suas políticas econômicas favorecem a eliminação das desigualdades aberrantes onde 1% da população abocanha 99% dos recursos naturais, como a terra agrícola e financeiros como os capitais, a propriedade acionaria, e a propriedade das empresas.   

Nestes países a estrutura social nao estaria fundamentada na exclusão racial, religiosa, política, ou num apartheid motivado por xenofobia racial, política ou religiosa e na criação de corporações poderosas criadas a partir da preservação de privilegios de minorias asociando poder econômico a exclusão racial, política, religiosa, idiomática e cultural.

Os parias, sem terra, sem teto, o apartheid, as senzalas modernas, as favelas, nao existem nestes países.

Mas na realidade tudo isto e o que os calificadores das agencias de "risco" encontram vantajoso e a razão pela qual estes países agora formam uma aliança que inclui a formação de um banco de investimento.

O desrespeito a normas ambientais nestes países nao favorece a implantacao de atividades insustentaveis como mineracao, construcao de megaobras como estradas e hidreletricas e a agricultura extrativa de mercadorias agricolas como a soja que destroim as fontes de agua, os solos, expulsam populações locais e aumentam o desmatamento entre muitas outras mazelas ecológicas.

As populações humanas nestes países sao expulsadas de seus territorios com a ajuda omissa do governo pelo empresarios reproduzindo padrões seculares de exclusão social e econômica.

Contraditoriamente estes países sao fabricantes e vendedores de armas de porte global desviando recursos que poderiam ser usados para o bem estar de sua população para a fabricação de armas que sao usadas contra seu proprio povo ou para apoiar regimes autoritarios similares a estes.

O autoritarismo extremo presente nestes países derivado de uma cultura racista, exclusivista, corporativista e machista, favorece a existencia de governos que criam uma fachada democrática que esconde abusos de poder, practicas feudais, de servidumbre, corporativismo e finalmente a privatizacao do estado em maos de classes oligarquicas de antiga data.

So que esse autoritarismo e a principal vantagem para fazer negocios nestes países pois as decisões de poucos sustentadas em grandes sobornos e praticas de corrupção facilitam a implantação de empreendimentos econômicos de grande taxa de lucro, pois nao tem que respeitar as normas ambientais, a legislação trabalhista, as normas do estado e aproveitam mercados pouco exigentes que consumem produtos rejeitados noutras partes por ser insustentáveis.

Nao e de se estranhar que Brasil e Sulafrica tenham feito as ultimas copas mundo de futebol junto a corrupta FIFA, megaevento que explora estas vantagens desses países, agora Qatar e Russia duas reconhecidas ditaduras sao as novas sedes do megaevento de alta taxa de lucro.

Brasil chamado de Belindia por sua mistura de realidades extremas uma Belgica e uma India todo no mesmo pais que na realidade e uma justaposição incomoda de feudos estaduais controlados por marajás numa aliança estranha com a elite global sediada em Sao Paulo.

China uma ditadura de partido único que exclui as minorias como os tibetanos e iugures suporta uma burocracia imperial que nao tem nada a envidiar das antigas ditaduras chinesas.

Sulafrica democracia recente que suporto por anos o regime do apartheid qua ainda nao foi desmontado por completo.

India a suposta maior democracia do planeta sustentada num regime de castas e de exclusao por origem racial e religioso.

Assim pode se entrever que a aliança entre estes países nao esta orientada a desenvolver os principios democráticos associados a sustentabilidade ecológica e ambiental que combatam a corrupção e sim a defender privilegios do regime autoritario corporativo que domina nesses países e quem sabe formar um grupo global que defenda esse estado de coisas.

As classes medias que se formaram a despeito desta situação quando iniciam processos de questionamento a esse estado de coisas sao atacadas e lembradas que podem acessar poder econômico mas nao tentar mudar o regime político ou a estrutura de classes vigente, como aconteceu na praca Tianamen ou a monopolização e centralização do capital produtivo e financeiro.

Jornalistas, artistas, advogados, ambientalistas, sao assassinados ou presos entanto a burocracia estatal composta por advogados, médicos e engenheiros sao comprados com privilegios.















sexta-feira, 18 de julho de 2014

Centenario de Alfred Russel Wallace - Wallace en la Amazonía (Camilo Torres Sánchez) Conferencia

Publicado el 4/7/2014
Con motivo de conmemorar la vida y obra de Alfred Russel Wallace, co-descubridor del principio de selección natural y uno de los pensadores más importantes en la historia de la Biología, se realizó un evento académico con la participación de varios investigadores en el área de la Evolución.

Fue presentada la conferencia,

Wallace en la amazonía (Camilo Torres Sánchez). 7 de noviembre de 2013.

Instituto de Ciencias Naturales
Universidad Nacional de Colombia

https://www.youtube.com/watch?v=4Di5K_lWpC8


Para asistir el video de la conferencia abrir el link que esta ariba.

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Seminário Internacional Ecologia Política na América Latina –ECOPOLAT 2014: Desafios práticos e teóricos Rio de Janeiro 12, 13 e 14 de novembro de 2014


A vida avança ate nas piores condições

­­­Partimos do pressuposto de que a ecologia política constitui um campo já estabelecido de reflexão intelectual crítica, que se retroalimenta a partir de variadas formas de articulação com os atores coletivos que protagonizam os conflitos ambientais. Aceitando este ponto, se abrem na realidade várias interrogações de dimensões teóricas e epistemológicas que, em perspectiva, implicam em uma diversidade de estratégias discursivas e de ação.

A Ecologia Política virá a constituir um campo disciplinar próprio? Ou essa será uma vã pretensão, tendo já consolidado uma orientação baseada no diálogo de saberes? Quais são as condições e pressupostos de diálogo com outras tradições críticas das ciências sociais? Como criar situações performáticas de conversação e intercâmbio com as ciências “da natureza”, construindo, de modo concomitante, uma reflexividade crítica sobre os modelos e as práticas dos atores científicos e tecnológicos? Como facilitar e traduzir os diálogos de saberes indispensáveis entre os atores dos conflitos ambientais?


A presente proposta de seminário visa levantar questões pertinentes ao campo da Ecologia Política, não apenas promovendo o debate acadêmico entre aqueles que pesquisam, militam ou vivem os conflitos pela apropriação dos recursos naturais e territórios neles presentes, como também disseminar para o público mais amplo tais debates de natureza interdisciplinar e caráter cada vez mais urgente. É importante ressaltar que este seminário se vincula com um conjunto de atividades promovidas pelo Grupo de Trabalho em Ecologia Política do Extrativismo do Conselho Latino-americano de Ciências Sociais (CLACSO), constituído por uma série de instituições de ensino e pesquisa na América Latina, representando, portanto, uma articulação institucional e internacional de importância destacada no cenário das ciências sociais latinoamericanas.

Apresentação

As dramáticas pressões constituídas pela expansão intensa da apropriação e extração dos recursos naturais em América Latina tem fornecido um novo impulso ao diálogo regional no campo da Ecologia Política, promovendo uma articulação não apenas interinstitucional, como também internacional, fundamental para a compreensão de determinados processos no contexto da região. A partir destas questões, surgiu entre vários profissionais das ciências sociais atuantes no campo acadêmico do Rio de Janeiro a iniciativa que aqui apresentamos. Se trata da organização de um evento (seminário), com duração de três dias, provavelmente em instalações da Universidade Federal Rural de Rio de Janeiro, localizada no centro da  cidade de Rio de Janeiro, com a assistência e participação de vários especialistas nacionais e regionais e presença de diversas instituições de ensino e pesquisa.


A proposta está baseada em uma articulação interinstitucional de universidades públicas do Rio de Janeiro e do Brasil, que pretende favorecer a continuidade de diálogos e intercâmbios entre o campo acadêmico brasileiro com destacados especialistas latinoamericanos, protagonistas da reflexão regional no espaço da Ecologia Política.

O evento será realizado nos dias 12, 13 e 14 de novembro de 2014. Terá uma conferência inaugural, a cargo do Dr. Enrique Leff, da Universidad Nacional Autônoma de México, um dos expoentes mais reconhecidos no âmbito da Ecologia Política latinoamericana, e será desenvolvido, em seguida, na forma de mesas redondas e debates sobre diferentes eixos temáticos. Está previsto o livre acesso ao público, com foco no público universitário. Prevê-se uma conferência de encerramento a cargo do Dr. Antonio Elizalde, da Universidad Bolivariana de Chile.

JUSTIFICATIVA & METODOLOGIA


Na última década, a Ecologia Política se estabeleceu apropriadamente no pensamento social da América Latina, uma região onde a questão das relações Sociedade-Natureza e os conflitos delas recorrentes estão alcançando níveis críticos. Tendo-se multiplicado os eventos, a realização de inúmeros estudos empíricos de caso e a presença da sua problemática em todas as instâncias da vida acadêmica, o grau de amadurecimento e adensamento crítico da Ecologia Política vem colocando novos desafios, de ordem teórica e epistemológica.


O seminário projetado responde primeiramente ao reconhecimento realista do crescimento qualitativo da Ecologia Política, assim como da multiplicação exponencial, em termos quantitativos, da sua presença efetiva em termos de pesquisadores dedicados ou inspirados por ela, eventos, publicações, dentre outros indicadores. Paralelamente, incorpora a necessidade impostergável de iniciar o desenrolar de um processo de avaliação, atualização e reconceituação teórico-epistemológica.
Dentre as múltiplas opções possíveis para iniciar esses necessários debates, temos selecionado três eixos, a nosso ver, de importância estratégica. Por um lado, há a necessidade de uma reavaliação do próprio perfil intelectual da Ecologia Política, do seu caráter interdisciplinar, das suas competências dialógicas com diferentes tradições das ciências sociais e com a cada vez mais indispensável realimentação com as ciências da natureza. Ao mesmo tempo, o acúmulo de inúmeros estudos de caso dedicados aos conflitos ambientais ou eco-territoriais e seus atores possibilita e exige um avanço na direção de novos aparelhamentos conceituais e, eventualmente, metodológicos. Por outra parte, as diferentes formas de conhecer, de avaliar, de construir, de disponibilizar para o uso humano os territórios e seus recursos, na perspectiva da sua preservação, abre interrogações no âmbito da interculturalidade, dos estudos comparados, da etnologia, da sociologia econômica, incluindo os estudos de gênero.

Pretendemos que, por meio destes debates, o espaço acadêmico do Rio de Janeiro seja percebido como um espaço destacado, a nível regional e internacional, do compromisso e da reflexão com uma das maiores problemáticas afrontadas pela humanidade contemporânea, dando prosseguimento ainda a eventos como a Eco-92 e a Rio + 20. A realização do evento em uma universidade pública, aberto à presença do público, assim como o seu impacto e repercussão através dos meios de comunicação, deve contribuir também para o exercício da reflexão acerca da temática ambiental nas camadas de estudantes em formação, e na opinião pública em geral. 

COMITÊ ORGANIZADOR

Hector Alimonda - UFRRJ
Cleyton Gerhardt - UFRGS
Vanessa Hacon – UFRRJ
Juanita Cuellar Benavides - UFRRJ
Camilo Torres - UEA