sábado, 27 de novembro de 2021

Maquilagem ambiental

"Solucionar as soluções" é a mesma pratica de "chover sobre molhado" ou não enfrentar o problema pois não se tem a solução ou não existe interesse em resolver devido a interesses econômicos e políticos isso agora e conhecido como "greenwashing" nos chamamos de "maquila ambiental" pegam o mesmo produto velho e trocam as marcas, isso e realizado muito na zona franca de Manaus e pelas grandes empresas presentes na Amazônia e ate por ONG ambientalistas que de conservacionistas agora passam a ser pelo desenvolvimento sustentável sem saber muito bem como fazer isso desviando recursos importantes em campanhas de publicidade e projetos que não são de sustentabilidade mas de conservacionismo puro que não resolvem a exaustão de recursos para além das espécies de interesse, desigualdades sociais, acesso a renda, questões de poder politico local, corrupção e ate criminalidade que impedem o desenvolvimento sustentável local na Amazônia e no mundo tropical.

sábado, 6 de novembro de 2021

CARTA ABERTA DOS CIENTISTAS CONDECORADOS COM A ORDEM NACIONAL DO MÉRITO CIENTÍFICO EM 3/11/2011

CARTA ABERTA DOS CIENTISTAS CONDECORADOS COM A ORDEM NACIONAL DO MÉRITO CIENTÍFICO EM 3/11/2011

Os cientistas abaixo assinados, condecorados com a Ordem Nacional do Mérito Científico, em decreto presidencial de 3 de novembro de 2021, vêm a público declarar sua indignação, protesto e repúdio pela exclusão arbitrária dos colegas Adele Schwartz Benzaken e Marcus Vinícius Guimarães de Lacerda da lista de agraciados, em novo decreto presidencial na data de 5 de novembro de 2021. Tal exclusão, inaceitável sob todos os aspectos, torna-se ainda mais condenável por te  ocorrido em menos de 48 horas após a publicação inicial, em mais uma clara demonstração de perseguição a cientistas, configurando um novo passo do sistemático ataque à Ciência e Tecnologia por parte do Governo vigente.

Enquanto cientistas, não compactuamos com a forma pela qual o negacionismo em geral, as perseguições a colegas cientistas e os recentes cortes nos orçamentos federais para a ciência e tecnologia têm sido utilizados como ferramentas para fazer retroceder os importantes progressos alcançados pela comunidade cientifica brasileira nas últimas décadas.

Como bem pontuaram a Academia Brasileira de Ciências e a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, em notas divulgadas no dia 5/11/2021, a Ordem Nacional do Mérito Científico, fundada em 1993, é um instrumento de Estado para reconhecer contribuições científicas e técnicas de personalidades brasileiras e estrangeiras. A indicação de membros agraciados é realizada por uma Comissão, formada por três membros indicados pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, três membros indicados pela Academia Brasileira de Ciências e três membros indicados pela SBPC. Nossos nomes foram honrosamente indicados por essa comissão, reunida em 2019. O mérito científico (como não poderia deixar de ser) foi o único parâmetro considerado para a inclusão de um nome na lista.

Consideramos, portanto, gratificante nossa presença nessa lista, e ficamos extremamente honrados com a possibilidade de sermos agraciados com um dos maiores reconhecimentos que um cientista pode receber em nosso país. Entretanto, a homenagem oferecida por um Governo Federal que não apenas ignora a ciência, mas ativamente boicota as recomendações da epidemiologia e da saúde coletiva, não é condizente com nossas trajetórias científicas. Em solidariedade aos colegas que foram sumariamente excluídos da lista de agraciados, e condizentes com nossa postura ética, renunciamos coletivamente a essa indicação.

Outrossim, desejamos expressar nosso reconhecimento às indicações da Academia Brasileira de Ciências e da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, entidades que têm respeito duradouro em defesa da Ciência, Tecnologia e Inovação na sociedade brasileira. Esse ato de renúncia, que nos entristece, expressa nossa indignação frente ao processo de destruição do sistema universitário e de Ciência e Tecnologia. Agimos conscientes no intuito de preservar as instituições universitárias e científicas brasileiras, na construção do processo civilizatório no Brasil.

Brasil, 6 de novembro de 2021.

Assinam (em ordem alfabética):

Aldo Ângelo Moreira Lima (UFC)
Aldo José Gorgatti Zarbin (UFPR)
Alfredo Wagner Berno de Almeida (UEMA)
Anderson Stevens Leonidas Gomes (UFPE)
Angela De Luca Rebello Wagener (PUC-RJ)
Carlos Gustavo Tamm de Araujo Moreira (IMPA)
Cesar Gomes Victora (UFPel)
Claudio Landim (IMPA)
Fernando Garcia de Mello (UFRJ)
Fernando de Queiroz Cunha (USP)
João Candido Portinari (Projeto Portinari)
José Vicente Tavares dos Santos (UFRGS)
Luiz Antonio Martinelli (USP)
Maria Paula Cruz Schneider (UFPA)
Marilia Oliveira Fonseca Goulart (UFAL)
Neusa Hamada (INPA)
Paulo Hilário Nascimento Saldiva (USP)
Paulo Sérgio Lacerda Beirão (UFMG)
Pedro Leite da Silva Dias (USP)
Regina Pekelmann Markus (USP)
Ronald Cintra Shellard (CBPF)

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2021

Control Prevention and Monitoring of the Coronavirus outbreak (SARS-CoV-2) and Covid-19 disease in the municipality of Tabatinga, Amazonas, Brazil

 

Introduction

The human being as a total being, as a biological species submitted to the rules of physics, chemistry and evolution by natural selection, is facing an existential challenge, its extinction as a dominant species on planet Earth. The foundations of his survival on the planet are shaken irreversibly; the deterioration of the atmosphere, with global warming; the hydrosphere, with extreme acidification of the oceans; the lithosphere, with the wild exploitation of sedimentary layers for the extraction of hydrocarbons; and the whole of this, called the biosphere or Gaia, where the miraculous process of biological evolution of species develops, from nano-living beings such as viruses, to the largest mammals such as otters, whales and bats, or the human animal, is also and are victims of the voracity of man.

Only that natural process was also shaken, undermined, misrepresented by the most influential group of the human species; through continuous improvements in public health, such as improvements in basic sanitation, clean water, food and antibiotics and vaccines, the human being as a population gained self-isolation, an iron casing from the nature from which it originated, only that at the cost of declaring war against original nature, and the human peoples who maintain the connection with this natural world in tropical forests, such as the Amazon, the massacre of indigenous and peasants around the world are another dimension of this global pandemic war.

The construction of this iron, glass and plastic casing, based on technologies that destroy nature, cut, suspended, the process of human biological evolution, replacing it with a technosocioeconomic-cultural evolution, governed by rules created by humans through tribal power disputes. , massacres, wars and predation of human nature and natural nature, which almost never took into account the rules of the physical, chemical, biological and ecological nature of the planet, this being the basis of the dispute between science and technology, where technology, engineering , seeks to cheat, “arm against”, nature in order to use it.

So this has a limit that has already been reached, and the limits of human manipulation of nature were crossed, when a group of viruses jumped from animals to humans as a result of the destruction of the evolutionary mechanisms that separated these viruses from the human population; tropical forests are complexes entangled in ecological relationships that preserve the evolutionary trajectories of the species that for millions structure these life networks, all in search of a single thing; reproduce; and fires, deforestation, mining, agriculture and predatory livestock, which generate the mass extinction of species, their migration to humanized environments, directed the force, pressure or selective flow so that the simplest of living beings, in their search for survival to leave the darkness of a tropical forest in the face of a bat, to be passed on to a wild or domestic animal consumed by humans, in their depredating rationality, outside the age-old limits of food, breaking the barrier between species and placing the human species in its greatest evolutionary proof.

This book, Control Prevention and Monitoring of the Coronavirus outbreak (SARS-CoV-2) and Covid-19 disease in the municipality of Tabatinga, Amazonas, Brazil, does not intend to respond to this civilizing crisis of the human species, it intends with self-awareness of the crisis to direct the scientific knowledge that is being produced at a glance, to try to help the human population in the Amazon region locally, to protect themselves from this catastrophe, because there is a certainty that the technosocioeconomic and cultural rationality that gave rise to the crisis will not be able to resolve it, as it is unable to see the crisis as a crisis, it is yet another chance to “get along”; In this way, all types and strands of religious attitudes that preach the negation of science are understood, the use of miraculous and chloroquine techniques to cure their religious and political customers, the shameful political and economic interest, purchase of vaccines and the culture of “save if you can” and the “give yourself well” of “fura-fila”, which move Brazilian society to the abyss, in the broadest sense of the term.

 

It is likely that by the time this book is read, Brazil will have already reached the 500,000 dead mark, meaning that, for the group that runs the country, the crisis would already be solved, through a genocidal eugenic method, which solved its most serious problems, the huge obese, elderly, poor, sick and unemployed population of the country, and the small but uncomfortable indigenous population, who overburden the social and social protection system, with payment of aid and pensions to those who, in the criminal view of this group do not work, and does not contribute to making Brazil “big again”.

So it is very clear that combating the pandemic is not just a scientific, social, economic or cultural problem; it is basically a problem derived from an ethical crisis that proposes an existential dilemma to human beings, or adapts to the planet or will be extinguished, and this adaptation involves the formulation of a new ethics in the sense of a small ethics, a label, a small ethics in our relations with the planet, and with human nature and the natural nature of which we are a part, whether we like it or not, a “respiratory label would already be a great advance”.

 

Camilo, Tabatinga, Amazonia, South America,

 Idus of March 2021

 

quarta-feira, 2 de dezembro de 2020

What is the general ecological equivalent?

 What is the general ecological equivalent?

La humanidad está librando una guerra contra la naturaleza, dice la secretaria general de la ONU.

https://www.theguardian.com/environment/2020/dec/02/humanity-is-waging-war-on-nature-says-un-secretary-general-antonio-guterres

 La humanidad se enfrenta a una nueva guerra, sin precedentes en la historia, advirtió el secretario general de la ONU, que corre el peligro de destruir nuestro futuro antes de que comprendamos plenamente el riesgo.

El severo mensaje de António Guterres sigue a un año de agitación mundial, con la pandemia de coronavirus que hizo que los gobiernos cerraran países enteros durante meses, mientras que incendios forestales, huracanes y tormentas poderosas han marcado el mundo.

Guterres dijo: “La humanidad está librando una guerra contra la naturaleza. Esto es suicida. La naturaleza siempre contraataca, y ya lo hace con creciente fuerza y ​​furia. La biodiversidad se está derrumbando. Un millón de especies están en peligro de extinción. Los ecosistemas están desapareciendo ante nuestros ojos ... Las actividades humanas están en la raíz de nuestro descenso hacia el caos. Pero eso significa que la acción humana puede ayudar a resolverlo ".

 Enumeró las heridas infligidas por los humanos en el mundo natural: la expansión de los desiertos; humedales perdidos; bosques talados; océanos sobrepescados y ahogados con plástico; arrecifes de coral moribundos; la contaminación del aire mata a 9 millones de personas al año, más que la pandemia actual; y el hecho de que el 75% de las enfermedades infecciosas humanas nuevas y emergentes, como Covid-19, provienen de animales.

 Though Guterres, like his two predecessors, has frequently spoken on the dangers of the climate crisis, this was his strongest language yet. The UN was founded 75 years ago at the end of the second world war to try to promote world peace after two devastating global conflicts. Guterres made a deliberate invocation of that original mission, applying it to the climate and biodiversity crises.

“Hacer las paces con la naturaleza es la tarea definitoria del siglo XXI”, dijo, en un discurso virtual titulado El estado del planeta, en la Universidad de Columbia en Nueva York. "Debe ser la máxima prioridad para todos, en todas partes".

Dijo que las generaciones futuras enfrentarían la ruina por nuestras acciones hoy. “Esta es una prueba política épica. Pero en última instancia, esta es una prueba moral ... No podemos usar [nuestros] recursos para bloquear políticas que carguen [a las generaciones futuras] con una montaña de deudas en un planeta destrozado ".

También colocó la desigualdad en el centro del problema y advirtió que los más pobres y vulnerables, incluso en los países ricos, estaban enfrentando la peor parte del ataque. 

Guterres dijo que las emisiones de gases de efecto invernadero eran un 62% más altas que cuando comenzaron las negociaciones climáticas internacionales en 1990. Un informe de la Organización Meteorológica Mundial, también publicado el miércoles, encontró que 2020 estaba en camino de ser uno de los tres años más cálidos registrados a nivel mundial, a pesar de la efectos de enfriamiento del sistema meteorológico de La Niña, mientras que la última década fue la más calurosa en la historia de la humanidad y se encontró que el calor del océano estaba en niveles récord.

 Incluso con los impactos de la crisis del coronavirus, las emisiones de gases de efecto invernadero aumentarán nuevamente este año.

Sin embargo, Guterres también dio una nota de esperanza. Muchos países, incluido el mayor emisor, China, la UE y el presidente electo de EE. UU., Joe Biden, han adoptado objetivos para alcanzar emisiones netas cero a mediados de siglo. La energía renovable es ahora más barata que el carbón en muchas regiones, y las nuevas tecnologías, como los vehículos eléctricos, están ganando ritmo.

Dijo: “Creo firmemente que 2021 puede ser un nuevo tipo de año bisiesto, el año de un salto cuántico hacia la neutralidad de carbono. El análisis económico sólido es nuestro aliado ”.

Los inversionistas y los gobiernos deben aprovechar la oportunidad de "activar el interruptor verde" mientras aún hay tiempo, dijo. Miró hacia adelante a las vitales conversaciones sobre el clima de la COP26 de la ONU, que serán organizadas por el Reino Unido el próximo año, como el momento en el que las naciones deberían dar un giro decisivo hacia una economía global verde.

Dentro de 10 días, Guterres, junto con el gobierno francés y Boris Johnson, será el anfitrión de una cumbre de líderes mundiales para preparar las conversaciones de la Cop26 que se pospusieron un año hasta el próximo noviembre debido a la pandemia.

En la Cumbre de Ambición Climática, que marca cinco años desde la forja del acuerdo de París, se espera que los gobiernos afirmen planes para reducir drásticamente las emisiones de gases de efecto invernadero en la próxima década, en línea con sus objetivos a largo plazo.

A principios de esta semana, el Climate Action Tracker calculó que si se cumplieran todas las promesas netas cero hechas por gobiernos y líderes, las temperaturas subirían alrededor de 2,1 ° C por encima de los niveles preindustriales. Eso no está muy por encima del límite superior establecido por el acuerdo de París, de mantener las temperaturas a no más de 2 ° C por encima de los niveles preindustriales, considerado como el límite de seguridad más allá del cual es probable que el colapso climático se vuelva catastrófico e irreversible.

Sin embargo, eso depende de que los objetivos a largo plazo establecidos para decenios se cumplan con la acción ahora. Guterres advirtió que las promesas no eran suficientes por sí mismas.

Dijo: “Necesitamos que todos los gobiernos traduzcan estos compromisos en políticas, planes y objetivos con plazos específicos. Esto proporcionará certeza y confianza para que las empresas y el sector financiero inviertan a cero ".

Guterres pidió a los países que pongan un precio a las emisiones de carbono, dejen de invertir en combustibles fósiles y eliminen gradualmente los subsidios a los combustibles fósiles, dejen de construir nuevas centrales eléctricas de carbón y cambien su base fiscal de gravar los ingresos a gravar la contaminación.

También dijo que los gobiernos deben actuar rápidamente sobre la crisis de la biodiversidad, ya que la ONU planea varias conferencias importantes el próximo año que abordarán la destrucción de especies, los océanos, la producción de alimentos y las ciudades. “El año que viene nos brinda una gran cantidad de oportunidades para detener el saqueo y comenzar la curación”, dijo.

Laurent Fabius, el ministro de Relaciones Exteriores de Francia, que dirigió la histórica conferencia de París en 2015, se hizo eco del duro mensaje de Guterres. “No hay vacuna contra el calentamiento climático”, advirtió. "Pero hay un antídoto, que es implementar completamente el acuerdo de París".

Dijo que la asistencia financiera para los países en desarrollo sería esencial para forjar un consenso mundial sobre el logro de emisiones netas cero, ya que era fundamental para el éxito en París.

"El dinero, el dinero, el dinero", dijo Fabius, fue clave para las conversaciones, y los países ricos deben cumplir su promesa de proporcionar al menos $ 100 mil millones al año a las naciones en desarrollo, para ayudarlas a reducir las emisiones y hacer frente a los impactos del clima. Descompostura.

Junto con la asistencia financiera, los gobiernos deben tratar de garantizar que la transición a una economía verde beneficie a todos los sectores de la sociedad, agregó Fabius. “La cuestión del cambio climático también es una cuestión de desigualdad. Debemos lidiar con esto, de lo contrario, tenemos un gran problema ".

Amber Rudd, la exministra de energía y clima del Reino Unido, que representó al Reino Unido en las conversaciones de París, dijo que Boris Johnson había debilitado su propia posición en la Cop26 al reducir el gasto del Reino Unido en ayuda exterior, lo que disminuiría la influencia del anfitrión para unir a los países en desarrollo. .

“Un país que entendiera la seriedad de la Cop26 no estaría recortando la ayuda internacional en este momento”, dijo.


Traduccion: Camilo Torres Sanchez.