terça-feira, 19 de agosto de 2025
segunda-feira, 11 de agosto de 2025
La parte mas profunda del rio Amazonas son sus comunidades humanas
El canal principal del rio Amazonas frente de Leticia hasta hace un tiempo tenia la mayor profundidad, cerca de 20 a 50 metros, y esa mayor profundidad del canal del rio es segun tratados entre Peru y Colombia el limite de los dos paises, asi Santa Rosa seria una isla peruana porque esta al sur del canal mas profundo del rio Amazonas, con el processo de migracion natural de dinamica fluvial del rio Amazonas de norte a sur, el canal mas profundo del rio se localiza ahora al extremo sur de la isla de Santa Rosa dejando la isla al norte de ese canal mas profundo y por eso teoricamente localizandose dentro del territorio de Colombia.
La realidad es que sobre la isla de Santa Rosa hay una ocupacion de ciudadanos peruanos con escuela, puesto de salud, servicio de policia y migracion, que en un momento ocuparon terreno peruano, pero que ahora se localiza en territorio que deberia ser asignado a Colombia para mantener el criterio de que el limite entre Colombia y Peru esta en la linea mas profunda del canal del rio Amazonas.
Solo que esa linea de profundidad que puede ser medida haciendo una batimetria con sonar desde un barco finaliza en areas de frontera seca o de tierra firme entre Brasil y Colombia, rehacer el limite entre Colombia y Peru trae la necesidad de redefinir la linea de la triple frontera entre Brasil, Colombia y Peru. La creacion de un distrito administrativo en la isla de Santa Rosa es respuesta peruana a las necesidades de esos pobladores por servicios publicos muy bien intencionado pero que acaba generando la necesidad de redefinir esos limites.
La ultima revision de las fronteras entre Colombia, Brasil y Peru genero el Plan de Zonificacion Ambiental del eje Tabatinga Apaporis PAT en 1997 en el caso de Brasil y Colombia, y el Plan para el Desarrollo Integral de la Cuenca del Río Putumayo -PPCP, en 1998, que demuestra que estos eventos son una gran oportunidad para revisar y mejorar cooperativamente las condiciones de vida de las comunidades que viven en estas areas transfronterizas.
quinta-feira, 26 de junho de 2025
Dissertação sob ataque: como a jornalista Paula Litaiff virou alvo de perseguição em meio à disputa política e midiática na Amazônia
Dissertação sob ataque: como a jornalista Paula Litaiff virou alvo de perseguição em meio à disputa política e midiática na Amazônia
Subtítulo:
Investigação judicial sobre a dissertação de mestrado de Paula Litaiff revela um contexto de intimidação sistemática contra jornalistas na Amazônia e expõe a escalada de tensões entre veículos locais, como Revista Cenarium e Portal CM7.
Manaus (AM) – A jornalista Paula Litaiff, fundadora da Revista Cenarium, está no centro de uma polêmica que extrapola os limites da academia. Sua dissertação de mestrado em “Sociedade e Cultura na Amazônia” — ainda em fase de finalização na Universidade Federal do Amazonas (UFAM) — passou a ser questionada judicialmente por atores ligados ao setor de mídia local. Mas os bastidores desse embate apontam para algo mais grave: um histórico de perseguição articulada, violência simbólica e institucional, e tentativas reiteradas de silenciar vozes críticas na imprensa amazônica.
De pesquisadora a alvo
O foco das investidas seria o conteúdo da dissertação, que trata de comunicação, gênero e poder no jornalismo regional. Mas a tentativa de deslegitimar o trabalho acadêmico de Litaiff ocorre em paralelo a uma série de ataques pessoais e profissionais que ela vem sofrendo desde 2022. O caso mais emblemático ocorreu em novembro de 2024, quando áudios vazados atribuídos a Cileide Moussallem, CEO do portal concorrente CM7 Brasil, revelaram ameaças de morte contra Paula e suas filhas menores.
“Vou contratar pistoleiros para resolver isso”, dizia um trecho do áudio amplamente divulgado por veículos nacionais e denunciado por entidades como a Abraji e a FENAJ.
Guerra entre redações
O conflito entre os dois veículos, Cenarium e CM7, vai além das diferenças editoriais. Enquanto a Revista Cenarium adota uma linha progressista, com foco em direitos humanos e jornalismo investigativo, o Portal CM7 Brasil atua com uma estética mais popular e vinculações informais a grupos políticos conservadores do Amazonas.
Em 2019, o CM7 foi condenado judicialmente a excluir conteúdos considerados falsos e difamatórios contra Litaiff, e Cileide foi posteriormente condenada a pagar indenização por danos morais à jornalista. Ainda assim, os ataques não cessaram: em janeiro de 2025, Cileide foi indiciada por injúria, difamação e ameaça de morte após o vazamento dos áudios. A investigação foi encaminhada à Justiça.
A máquina política por trás da mídia
Não é coincidência que a disputa midiática esteja entrelaçada com interesses políticos. Cileide Moussallem tem histórico de atuação político-partidária: foi candidata a deputada estadual pelo PHS (hoje incorporado ao Podemos) e, em 2023, filiou-se ao PP — legenda ligada a nomes do centrão.
Além disso, seu filho, Rômulo Moussallem, ocupa um cargo comissionado na Câmara Municipal de Manaus, com salário de aproximadamente R$ 6.900 mensais. A nomeação partiu do vereador David Reis (Avante), figura com histórico de articulação com o grupo político de Moussallem. Antes disso, Rômulo já havia sido exonerado de cargo semelhante na Assembleia Legislativa do Amazonas.
Um padrão de silenciamento na Amazônia
Paula Litaiff não está sozinha. A região amazônica é uma das mais perigosas para o exercício do jornalismo no Brasil, segundo dados da FENAJ e da Repórteres sem Fronteiras.
Casos recentes incluem:
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José Francisco Silva de Araújo, jornalista de Iranduba, ameaçado por número vinculado ao prefeito da cidade.
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Repórteres da TV Norte Amazonas (SBT), agredidos fisicamente durante cobertura eleitoral.
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O repórter Alex Braga, do AM Diário, atacado após denunciar corrupção.
A tentativa de deslegitimar o pensamento crítico
O questionamento da dissertação de Paula Litaiff — um processo interno e acadêmico — passa a ser instrumentalizado fora do ambiente universitário como mais uma ferramenta de perseguição política e pessoal. A tentativa de descredibilizar sua produção científica se alinha a uma estratégia mais ampla de assédio judicial e moral, comum em regimes hostis à liberdade de imprensa.
"Esse tipo de ataque não visa apenas a Paula, mas o próprio direito de pensar criticamente a realidade amazônica", afirma um professor da UFAM, sob condição de anonimato.
Conclusão:
O caso de Paula Litaiff exemplifica como as trincheiras da política, da imprensa e da academia se sobrepõem perigosamente na Amazônia, especialmente quando o jornalismo decide enfrentar o poder. Ao invés de debate democrático, o que se vê é a judicialização do pensamento, a criminalização da crítica e a privatização dos espaços públicos por grupos que confundem mídia com máquina de guerra.
terça-feira, 3 de junho de 2025
DOCUMENTÁRIO: SEREMOS HISTÓRIA?
[12:30, 03/06/2025] Eu? Descubra: VOCÊ VAI FICAR SÓ ASSISTINDO O PLANETA DESAPARECER? 🌱
🔥 As mudanças climáticas já estão entre nós!
Tempestades, secas, calor extremo... tudo isso é consequência da ação humana e da queima desenfreada de carvão, petróleo e gás. O tempo está passando e rápido! ⏳
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📽️ DOCUMENTÁRIO: SEREMOS HISTÓRIA?
Uma pergunta urgente. Um chamado à consciência.
Vamos entender o que está acontecendo com o planeta e o que ainda dá tempo de fazer!
📅 Data: 05 de junho de 2025
🕘 Horários:
✔️ Manhã: 9h30
✔️ Tarde: 15h
📍 Local: Laboratório de Agroecologia – UEA/CESTB
🚨 O planeta está pedindo socorro.
💡 Vamos agir antes que a história acabe e nós viremos passado.
👣 Participe. Traga sua voz. Traga sua ação.
