quarta-feira, 12 de novembro de 2025
segunda-feira, 10 de novembro de 2025
sábado, 8 de novembro de 2025
#AMAZONTIC2025
🎙️✨ Na
#AMAZONTIC2025, teremos a honra de receber Camilo Torres Sánchez e Maria Francisca Núñez de Souza, representantes da Universidad del Estado de Amazonas – UEA y la UFAM/INC 🇧🇷🇨🇴!
Eles compartilharão experiências sobre ciência e inovação amazônica 🌿 e o papel das universidades na integração do conhecimento local com a tecnologia 💡
📅 07 de novembro de 2025 – 10h20
📍 Feria AMAZONTIC, Leticia – Amazonas
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FERIA AMAZONTIC 2025 – Ciência, Tecnologia e Inovação no Coração da Amazônia!
🌿✨
FERIA AMAZONTIC 2025 – Ciência, Tecnologia e Inovação no Coração da Amazônia!
De 5 a 7 de novembro, a @GobernacionAmazonasCol realiza a Feria AMAZONTIC 2025, um espaço de encontro entre escolas, pesquisadores e instituições para promover a curiosidade científica e o amor pela natureza 🌎💡
🚀 Atividades interativas:
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Planetário e Cohetes de Água
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Experimentos de Magnetismo e Eletricidade
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Relógio Solar e Biofilia
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Zona de Realidade Virtual e Drones 🛰️
🎓 Participação de instituições como a UEA, SINCHI, SENA, Banco de la República, e UNAD, com exposições e conversatórios sobre o futuro da ciência no Amazonas.
🌱 Tema central:
“Conocimiento Local e Innovación: Cerrando la Brecha entre Saberes Tradicionales y Nuevas Tecnologías”.
📍 Local: Escuela Normal Superior, Leticia – Amazonas
📅 Datas: 5 a 7 de novembro de 2025
🕗 Horário: 8h00 às 17h00
#AMAZONTIC2025 #CienciaYTecnologia #InnovacionAmazonica #GobernacionAmazonas #EducacionAmbiental #JuventudInnovadora #AmazonasSostenible #CienciaParaElFuturo #SaberesDelAmazonas #UEA #SINCHI #SENA #UNAD
domingo, 26 de outubro de 2025
Manga Cametá, Tommy Hatkins e passaros Curió no quotidiano de Belém
Ate o ano de 2003 as mangas Tommy produzidas e importadas desde o Vale do Rio São Francismo, área de monocultura industrial, não tinham saido das pratileiras dos supermercados e entrado na rede de comercio fluvial do estuário da cidade de Belém. No porto de Icoaraci, na periferia da cidade de Belém, foi registrada a imagem de um homem de aspecto similar ao fotografado por Madalena Schwartz em 1981, no seu barco vindo de Abaetetuba trazendo um carregamento de mangas do tipo Cametá.
Homem pardo de cabelo curto pela sua aparência ele viajo a noite inteira para chegar em Belém de manha, ele não oferece um canastro de mangas ao fotografo, oferece todo o carregamento de mangas a venda, sem anel matrimonial ele talvez é solteiro ou separado.
Quais as diferenças visíveis entre esta imagem e seu ator da imagem captada por Madalena Schwartz em 1981. Pode-se dizer que nenhuma apos 22 anos. O barco é de maior porte mas isso não estabelece uma diferença grande. As embalagens utilizadas para transportar a manga são ainda de palha retirada e tecidas na propria propriedade do barqueiro.
A presença do pneu velho delata as sobras que a expansão das rodovias como a Belém-Brasília, vão deixando pela região desde os anos oitenta. O teto do barco fabricado com zinco é bastante similar ao teto do barco da fotografia feita em 1981 revelando a permanência das técnicas de construção de navios na região.
Atras do homem na fotografia observa-se um canastro de palha que foi remendado utilizando uma linha de plástico. Na fotografia anterior isto não aparecia, será que é o começo da substituição do material vegetal pelo material plástico nas embalagens de palha. Uma alternativa perversa as formas modernas e não modernas de incorporação das mangas na formaestrutural que estas fotografias registravam insurge destorcida na Belém de 2004.
Sera possivel que os turistas aprendices como Mario de Andrade durante a COP30 conseguirem bater a foto do comercio de passaros que usa a manga como isca. Quando a imprensa registra mais um comércio clandestino onde pessoas nomeadas como “desocupados” acusados quem sabe de “caboclos”, utilizam mangas impregnadas com resina viscosa, colocadas nas frutas de manga, para atrair periquitos e passaros Curió.
As aves, capturadas, são depois vendidas por R$ 10 a unidade no comercio local. Eles agiam principalmente nas praças da República, Batista Campos e Nazaré, aquelas mesmas que representam a fase áurea da exploração da borracha amazônica e o principal surto da modernidade cultural ocidental na Amazônia. Se registra que muitos destes pássaros estão sendo comercializados no Nordeste, sobretudo para o Ceará, denotando a possibilidade de ser nordestinos os agentes deste comercio infame, a nota jornalística conclama a atuação do IBAMA para enfrentar esta perversão da atual estruturação regional.
quarta-feira, 22 de outubro de 2025
Observações de neo extrativismo de manga (Mangifera indica) na cidade de Belém do Pará
A manga, mangueira, mango, 芒果 , आम (ām), مانجو , segundo De Candolle é impossível contestar a origem da manga no sul da Ásia ou no arquipélago Malaio onde existem antigos nomes populares e ate em sânscrito (amra). A manga encontrasse selvagem nas florestas de Sri Lanca, áreas ao pé do Himalaia, nas ilhas Andaman no golfo de Bengala. Paulo B. Cavalcante em 1991, cita quatorze variedades de manga identificadas nos mercados populares da cidade de Belém do Para o que contradiz as afirmações sobre a baixa seleção aplicada pela população amazônica nesta arvore frutífera.
Quem for para Belem a COP30 e dar um paseio a pe, podera observar a leí não escrita sobre a posse das frutas que existe em áreas interioranas do estuário amazônico também é aplicada e seguida a risca dentro da cidade. “Respeito da posse de objetos como a terra ou as frutas ou qualquer objeto na comunidade existe uma lei [não escrita] que diz que “a fruta [ou coisa] que cai quem passar pode pegar, e a fruta [ou coisa] que seja de apanhar as pessoas tem que pedir obediência [permissão] para os donos dela.
Isto indica que, por exemplo, áreas onde tem havido trabalho de roça recente são de posse da pessoa que fez a roça e na medida que deixa de ser “roça de apanhar” e passa a ser “roça de cair” a posse é paulatinamente coletivizada, uma roça de cair na verdade é capoeira com diferentes graus de desenvolvimento.”
Uma situação que responde a esta ‘legislação não escrita” sobre as mangueiras foi observada foi a atitude de dois jovens de cerca de 18 anos, que indo numa bicicleta deteram-se para pegar uma fruta de manga do solo na avenida Quintino Bocaiúva no centro da cidade de Belém esse mesmo dia de Setembro de 2003.
A queda de frutas de manga é algo recorrente nas ruas da cidade de Belém, isto ha quase duzentos anos desde a introdução das arvores na arborização urbana por Landi. os dois rapazes morenos de aspecto humilde sem camisa e de calça curta velha denotando o aspecto de pedreiros começaram a sorrir de felicidade e pararam a bicicleta correndo para pegar a fruta do solo pondo ela dentro da sacola de objetos que levavam, e continuando sua viagem em direção a fora do centro alto e valorizado da cidade.
Um ano atrás em 2002, foi observado o comportamento de uma pessoa extremamente humilde que vestia um calca curta toda rota e despedaçada que coletava frutas de manga diretamente das arvores da avenida Gentil Bittencourt. Esta avenida esta delimitando o centro alto e valorizado da cidade da periferia baixa e menos valorizada. Ele usava um saco de plástico de 60 kg e tinha quase 100 frutas guardadas na parte alta da arvore de manga com a intenção de vender elas no mercado. Este neo-extrativista urbano mostro ao pesquisador quanto a não modernidade e a ruralidade da formação estrutural do estuário amazônico permeavam um meio supostamente urbano como o bairro Nazaré, o mais nobre da cidade de Belém.
Tambem foi observado bem enfrente da Asembleia paraense um clube de elite no bairro de Batista Campos de Belem como um homem elegantemente vestido descia de um carro importado para pegar uma manga como se fosse uma joia ou uma barra de ouro, este homem branco muito bem vestido entrou no seu carro de vidro fume feliz de ter achado um tesouro que depois mostraria para sua familia em alguma cobertura da Doca de Souza Franco.
Assim os asistentes a COP30 que andarem a pe pelas calçadas e praças de Belem poderão quem sabe observar e bater uma foto ou ate um video desse neo extrativismo urbano praticado por cidadaos de todas as classes sociais da "Cidade das Mangueiras"
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