sexta-feira, 5 de junho de 2015

BRICS : ECOLOGIA POLITICA E ETICA GLOBAL

Hora do povo (2014) plena Copa Mundo
Ha varios anos foi lançada esta abreviatura que resume as supostas semelhanças estruturais entre Brasil, Russia, India, China e Sulafrica como potencias emergentes que poderiam posicionar se como novas potencias globais frente as tradicionais Estados Unidos e Europa.

America Latina sem Brasil, cuja elite nunca se considero como parte de um pais latino, nao foi considerada como bloco emergente por razoes que tem a ver como os interesses políticos que deram origem a esta aliança chamada BRICS.

Porque uma calificadora de risco avalia que estes países do BRICS sao terrenos férteis para investimentos com alta taxa de lucro?

Sera que estes paises tem uma política ambiental responsável contribuindo de forma adequada com as responsabilidades derivadas da mudança climática, ou tem uma política social e trabalhista que favorece os trabalhadores promovendo sua ascensão social, ou sera que suas políticas econômicas favorecem a eliminação das desigualdades aberrantes onde 1% da população abocanha 99% dos recursos naturais, como a terra agrícola e financeiros como os capitais, a propriedade acionaria, e a propriedade das empresas.   

Nestes países a estrutura social nao estaria fundamentada na exclusão racial, religiosa, política, ou num apartheid motivado por xenofobia racial, política ou religiosa e na criação de corporações poderosas criadas a partir da preservação de privilegios de minorias asociando poder econômico a exclusão racial, política, religiosa, idiomática e cultural.

Os parias, sem terra, sem teto, o apartheid, as senzalas modernas, as favelas, nao existem nestes países.

Mas na realidade tudo isto e o que os calificadores das agencias de "risco" encontram vantajoso e a razão pela qual estes países agora formam uma aliança que inclui a formação de um banco de investimento.

O desrespeito a normas ambientais nestes países nao favorece a implantacao de atividades insustentaveis como mineracao, construcao de megaobras como estradas e hidreletricas e a agricultura extrativa de mercadorias agricolas como a soja que destroim as fontes de agua, os solos, expulsam populações locais e aumentam o desmatamento entre muitas outras mazelas ecológicas.

As populações humanas nestes países sao expulsadas de seus territorios com a ajuda omissa do governo pelo empresarios reproduzindo padrões seculares de exclusão social e econômica.

Contraditoriamente estes países sao fabricantes e vendedores de armas de porte global desviando recursos que poderiam ser usados para o bem estar de sua população para a fabricação de armas que sao usadas contra seu proprio povo ou para apoiar regimes autoritarios similares a estes.

O autoritarismo extremo presente nestes países derivado de uma cultura racista, exclusivista, corporativista e machista, favorece a existencia de governos que criam uma fachada democrática que esconde abusos de poder, practicas feudais, de servidumbre, corporativismo e finalmente a privatizacao do estado em maos de classes oligarquicas de antiga data.

So que esse autoritarismo e a principal vantagem para fazer negocios nestes países pois as decisões de poucos sustentadas em grandes sobornos e praticas de corrupção facilitam a implantação de empreendimentos econômicos de grande taxa de lucro, pois nao tem que respeitar as normas ambientais, a legislação trabalhista, as normas do estado e aproveitam mercados pouco exigentes que consumem produtos rejeitados noutras partes por ser insustentáveis.

Nao e de se estranhar que Brasil e Sulafrica tenham feito as ultimas copas mundo de futebol junto a corrupta FIFA, megaevento que explora estas vantagens desses países, agora Qatar e Russia duas reconhecidas ditaduras sao as novas sedes do megaevento de alta taxa de lucro.

Brasil chamado de Belindia por sua mistura de realidades extremas uma Belgica e uma India todo no mesmo pais que na realidade e uma justaposição incomoda de feudos estaduais controlados por marajás numa aliança estranha com a elite global sediada em Sao Paulo.

China uma ditadura de partido único que exclui as minorias como os tibetanos e iugures suporta uma burocracia imperial que nao tem nada a envidiar das antigas ditaduras chinesas.

Sulafrica democracia recente que suporto por anos o regime do apartheid qua ainda nao foi desmontado por completo.

India a suposta maior democracia do planeta sustentada num regime de castas e de exclusao por origem racial e religioso.

Assim pode se entrever que a aliança entre estes países nao esta orientada a desenvolver os principios democráticos associados a sustentabilidade ecológica e ambiental que combatam a corrupção e sim a defender privilegios do regime autoritario corporativo que domina nesses países e quem sabe formar um grupo global que defenda esse estado de coisas.

As classes medias que se formaram a despeito desta situação quando iniciam processos de questionamento a esse estado de coisas sao atacadas e lembradas que podem acessar poder econômico mas nao tentar mudar o regime político ou a estrutura de classes vigente, como aconteceu na praca Tianamen ou a monopolização e centralização do capital produtivo e financeiro.

Jornalistas, artistas, advogados, ambientalistas, sao assassinados ou presos entanto a burocracia estatal composta por advogados, médicos e engenheiros sao comprados com privilegios.















quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Ecopolat2014



Escenas del seminario 


Debates del seminario


ECOPOLAT 2014​ Seminário de ecologia política na América Latina: Desafios teóricos e práticos 12, 13 e 14 de novembro de 2014 Rio de Janeiro - Brasil


Banderas en Rio

Para accesar la programación ver,

http://ecopolat2014.wix.com/ecopolat2014


Si quieren hacer comentarios por favor hacerlo en este blog.


Camilo

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Centenario de Alfred Russel Wallace - Wallace en la Amazonía (Camilo Torres Sánchez) Conferencia

Publicado el 4/7/2014
Con motivo de conmemorar la vida y obra de Alfred Russel Wallace, co-descubridor del principio de selección natural y uno de los pensadores más importantes en la historia de la Biología, se realizó un evento académico con la participación de varios investigadores en el área de la Evolución.

Fue presentada la conferencia,

Wallace en la amazonía (Camilo Torres Sánchez). 7 de noviembre de 2013.

Instituto de Ciencias Naturales
Universidad Nacional de Colombia

https://www.youtube.com/watch?v=4Di5K_lWpC8


Para asistir el video de la conferencia abrir el link que esta ariba.

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Seminário Internacional Ecologia Política na América Latina –ECOPOLAT 2014: Desafios práticos e teóricos Rio de Janeiro 12, 13 e 14 de novembro de 2014


A vida avança ate nas piores condições

­­­Partimos do pressuposto de que a ecologia política constitui um campo já estabelecido de reflexão intelectual crítica, que se retroalimenta a partir de variadas formas de articulação com os atores coletivos que protagonizam os conflitos ambientais. Aceitando este ponto, se abrem na realidade várias interrogações de dimensões teóricas e epistemológicas que, em perspectiva, implicam em uma diversidade de estratégias discursivas e de ação.

A Ecologia Política virá a constituir um campo disciplinar próprio? Ou essa será uma vã pretensão, tendo já consolidado uma orientação baseada no diálogo de saberes? Quais são as condições e pressupostos de diálogo com outras tradições críticas das ciências sociais? Como criar situações performáticas de conversação e intercâmbio com as ciências “da natureza”, construindo, de modo concomitante, uma reflexividade crítica sobre os modelos e as práticas dos atores científicos e tecnológicos? Como facilitar e traduzir os diálogos de saberes indispensáveis entre os atores dos conflitos ambientais?


A presente proposta de seminário visa levantar questões pertinentes ao campo da Ecologia Política, não apenas promovendo o debate acadêmico entre aqueles que pesquisam, militam ou vivem os conflitos pela apropriação dos recursos naturais e territórios neles presentes, como também disseminar para o público mais amplo tais debates de natureza interdisciplinar e caráter cada vez mais urgente. É importante ressaltar que este seminário se vincula com um conjunto de atividades promovidas pelo Grupo de Trabalho em Ecologia Política do Extrativismo do Conselho Latino-americano de Ciências Sociais (CLACSO), constituído por uma série de instituições de ensino e pesquisa na América Latina, representando, portanto, uma articulação institucional e internacional de importância destacada no cenário das ciências sociais latinoamericanas.

Apresentação

As dramáticas pressões constituídas pela expansão intensa da apropriação e extração dos recursos naturais em América Latina tem fornecido um novo impulso ao diálogo regional no campo da Ecologia Política, promovendo uma articulação não apenas interinstitucional, como também internacional, fundamental para a compreensão de determinados processos no contexto da região. A partir destas questões, surgiu entre vários profissionais das ciências sociais atuantes no campo acadêmico do Rio de Janeiro a iniciativa que aqui apresentamos. Se trata da organização de um evento (seminário), com duração de três dias, provavelmente em instalações da Universidade Federal Rural de Rio de Janeiro, localizada no centro da  cidade de Rio de Janeiro, com a assistência e participação de vários especialistas nacionais e regionais e presença de diversas instituições de ensino e pesquisa.


A proposta está baseada em uma articulação interinstitucional de universidades públicas do Rio de Janeiro e do Brasil, que pretende favorecer a continuidade de diálogos e intercâmbios entre o campo acadêmico brasileiro com destacados especialistas latinoamericanos, protagonistas da reflexão regional no espaço da Ecologia Política.

O evento será realizado nos dias 12, 13 e 14 de novembro de 2014. Terá uma conferência inaugural, a cargo do Dr. Enrique Leff, da Universidad Nacional Autônoma de México, um dos expoentes mais reconhecidos no âmbito da Ecologia Política latinoamericana, e será desenvolvido, em seguida, na forma de mesas redondas e debates sobre diferentes eixos temáticos. Está previsto o livre acesso ao público, com foco no público universitário. Prevê-se uma conferência de encerramento a cargo do Dr. Antonio Elizalde, da Universidad Bolivariana de Chile.

JUSTIFICATIVA & METODOLOGIA


Na última década, a Ecologia Política se estabeleceu apropriadamente no pensamento social da América Latina, uma região onde a questão das relações Sociedade-Natureza e os conflitos delas recorrentes estão alcançando níveis críticos. Tendo-se multiplicado os eventos, a realização de inúmeros estudos empíricos de caso e a presença da sua problemática em todas as instâncias da vida acadêmica, o grau de amadurecimento e adensamento crítico da Ecologia Política vem colocando novos desafios, de ordem teórica e epistemológica.


O seminário projetado responde primeiramente ao reconhecimento realista do crescimento qualitativo da Ecologia Política, assim como da multiplicação exponencial, em termos quantitativos, da sua presença efetiva em termos de pesquisadores dedicados ou inspirados por ela, eventos, publicações, dentre outros indicadores. Paralelamente, incorpora a necessidade impostergável de iniciar o desenrolar de um processo de avaliação, atualização e reconceituação teórico-epistemológica.
Dentre as múltiplas opções possíveis para iniciar esses necessários debates, temos selecionado três eixos, a nosso ver, de importância estratégica. Por um lado, há a necessidade de uma reavaliação do próprio perfil intelectual da Ecologia Política, do seu caráter interdisciplinar, das suas competências dialógicas com diferentes tradições das ciências sociais e com a cada vez mais indispensável realimentação com as ciências da natureza. Ao mesmo tempo, o acúmulo de inúmeros estudos de caso dedicados aos conflitos ambientais ou eco-territoriais e seus atores possibilita e exige um avanço na direção de novos aparelhamentos conceituais e, eventualmente, metodológicos. Por outra parte, as diferentes formas de conhecer, de avaliar, de construir, de disponibilizar para o uso humano os territórios e seus recursos, na perspectiva da sua preservação, abre interrogações no âmbito da interculturalidade, dos estudos comparados, da etnologia, da sociologia econômica, incluindo os estudos de gênero.

Pretendemos que, por meio destes debates, o espaço acadêmico do Rio de Janeiro seja percebido como um espaço destacado, a nível regional e internacional, do compromisso e da reflexão com uma das maiores problemáticas afrontadas pela humanidade contemporânea, dando prosseguimento ainda a eventos como a Eco-92 e a Rio + 20. A realização do evento em uma universidade pública, aberto à presença do público, assim como o seu impacto e repercussão através dos meios de comunicação, deve contribuir também para o exercício da reflexão acerca da temática ambiental nas camadas de estudantes em formação, e na opinião pública em geral. 

COMITÊ ORGANIZADOR

Hector Alimonda - UFRRJ
Cleyton Gerhardt - UFRGS
Vanessa Hacon – UFRRJ
Juanita Cuellar Benavides - UFRRJ
Camilo Torres - UEA




terça-feira, 20 de maio de 2014

Comentarios al texto "Brasil en América del Sur La lógica de la unipolaridad regional" Luis L. schenoni


 Comentarios al texto "Brasil en América del Sur La lógica de la unipolaridad regional" Luis L. schenoni. www.nuso.org


   
Catedral, Petrobras y Bancos vistos desde la Santa Teresa
Antes Suramérica y el mundo tenían indiferencia por Brasil ser un pais de "marajas" agrícolas hiperconservadores cerrados al mundo, que después hizo reformas económicas y políticas para "ingles ver", llegando a parecer una democracia moderna para finalmente desilusionar a todo el mundo, cuando de ser la líder en cuestiones sociales y ambientales asume la mas conservadora política energética y agrícola,  provocando le destrucción de su imagen de pais avanzado democrático y ambiental.

     Argentina por la torpeza de su elite,  perdio la oportunidad de ser la Francia de America con esa bella capital que es Buenos Aires, solo que rodeada de campos rurales atrasados dominados por jefes oligárquicos y por una elite financiera que acabo vendiendo su alma a los chinos, sin olvidar el sindicalismo estatal parasitario heredado del peronismo.

     Ni Argentina, ni Brasil tienen condiciones de crear un polo de influencia en America del Sur desde el punto de vista militar y económico, en el aspecto ambiental, social y cultural talvez si, pero eso debe ser trabajado.

     Todos los países de Suramérica citando el caso de Colombia y Chile tienen comparativamente y en función de la escala, mas fuentes de materias primas que Brasil y Argentina, fuerzas armadas mas profesionales y preparadas para la guerra en condiciones suramericanas, acceso importante a mercados de capitales y tecnologia en los Estados Unidos, también tienen fuertes centros de producción ideológica institucional representados en sus industrias culturales y universidades, siendo que también existe la sutil diferencia en términos religiosos entre los católicos de origen hispana y los católicos brasileños, alguien ya dijo que un ateo colombiano es mas católico que un padre brasileño. 

   Así las cosas, una posible hegemonia regional para países como Argentina o Brasil solo podría venir de liderazgos regionales proyectados globalmente en el campo de una nueva ciencia de la biodiversidad amazónica, compartida por casi todos los países de Suramérica, del desarrollo sostenible y la justicia ambiental, y el estimulo a la cultura andinotropical ampliamente compartida por todos en Suramérica.

    Brasil ni Argentina tienen acceso fuerte a los mercados de America del Sur por lo tanto no pueden influenciar políticas económicas regionales. Ni siquiera dentro de su propia alianza estratégica el Mercosur consiguen ponerse de acuerdo.

    Brasil en este momento frente a los problemas de America del Sur, tiene una posición pragmática de solo participar donde obtenga beneficios económicos para sus multinacionales, como en el caso de Venezuela y Colombia donde la ayuda en el conflicto armado interno y la disputa fronteriza, le fue retribuida con la entrada de Petrobras a Colombia y la perdida para Colombia de un mercado de 14000 millones de dolares de Venezuela, que paso  a ser abastecida por Brasil y Bolivia, solo que los malos manejos de Petrobras en Brasil la obligaron a retirarse de Colombia y las dificultades logísticas  de llevar mercancías desde Sao Paulo a Venezuela hicieron que los empresarios brasileños dejaran de lado ese mercado, actualmente en Venezuela se toma leche boliviana y se usa papel higiénico chino comprados a precio de oro, cuando Colombia los abastecia de todo eso por la tercera parte del precio actual.

     Brasil tiene sus intereses estratégicos mas dirigidos a Africa y Asia portuguesa, y la China, en una mesiánica idea de que algún podrán superar los Estados Unidos como potencia hemisférica dominante,  solo que no hacen su deber de casa que es liderar a America del Sur en los objetivos del uso de la biodiversidad suramericana en planes de desarrollo sostenible, a sus vecinos "Latinos", como si ellos no lo fueran también, los miran por encima del hombro con cierta xenofobia y superioridad que les impide ver lo evidente, sin esa alianza suramericana, Brasil nunca dejara de ser el patio trasero de China y Estados Unidos.



  













terça-feira, 13 de maio de 2014

Antarctica e Amazonia o que tem a ver????

Santa Teresa RJ y neblina densa
Colapso antartico

Duas fontes cientificas independentes confirmam que a grande barreira de gelo da antarctica esta colapsando de forma irreversivel o que provocara num prazo curtíssimo de 20 anos, o elevamento do nivel meio dos oceanos incluido o Atlantico Sul onde esta tudo o litoral brasileiro e a foz do Rio Amazonas.

O aquecimento da temperatura do oceano em volta da antarctica gerou a desestabilizaçao desse gigante de gelo,  ou seja em 2034 a linha costeira de Brasil  estará 4 metros acima do nivel atual.

Podemos fazer o exercício de ficar em pe na frente da bahia de Guababara no Rio de Janiero ou na Foz do Rio Amazonas e fazer um experimento mental sobre como sera o litoral com 4 metros mas agua. Sim, e catastrofico.

Esta claro que esse aumento do nivel do oceano nao vira de forma gradual pois subir 4 metros em 20 anos equivale a uma sucessão de eventos oceânicos de grande porte como furacões e mares gigantes, a agua jogada pelo degelo dos glaciares evaporara e alimentara a circulação atmosférica aumentando a escala dos ventos, furacões, tifões, mares e correntes oceânicas.

Os estuarios de tudos os grandes rios que fluem pelo territorio brasileiro confluem para o Atlantico Sul, assim o aumento de 4 metros na parede de agua oceanica que limita a saida de agua doce do continente gerara extensas inundações e enchentes a montante de tudos esses rios. 

Pode se afirmar que o elevamento do nivel meio de rios como o Sao Francisco, Parnaiba, Amazonas e Rio de la Plata sera no minimo de 2 metros acima de meia anual, isso sem considerar que a meia de chuvas na America do sul ja esta acima de tudos os maximos históricos pasando de 2000 litros por metro cuadrado por ano a 3000 lt/m2/ano,  podemos dizer que em pontos da bacia interna de America do Sul poderão formar se grandes lagos como ja aconteceu na bacia do Acre neste ano, pelas dificuldades de drenagem da agua ao oceano e pela intensas chuvas que cairam nestas regioes.

Cidades como Santos, Rio de Janeiro, Salvador, Recife, Fortaleza, Sao Luiz, Belem, Macapá, que somam cerca de 100 milhões de pessoas das quais a metade estão morando em áreas abaixo da cota de 4 metros de elevamento do nivel do mar, estão em seria condição de risco.

A salinizacao de extensas areas agricolas no estuarios de rios como Sao Francisco também e um efeito previsível deste processo iniciado pela ação humana.

Acima da foz do rio amazonas cidades como Belem, Santarém e Manaus sofreram os mesmos efeitos e mais gravosos ainda pois estão abaixo do nivel meio do oceano atual no meio de bacias geológicas que acumularam agua das chuvas vindas da cordilheira dos Andes.

A população do pais continua agindo como um dono de cartório que registra os eventos sem tomar decisão e partido pois nao estão nem ai para nada.


Quem vier depois que se arranje

Proverbio brasileiro........