segunda-feira, 21 de outubro de 2024

Uma queda caseira muito conveniente

 Brasil não é Lula e a elite brasileira não quer assumir a relação com os países Burocráticos, Racistas, Inconstitucionais, Corporativistas, Sem liberdades ou BRICS. Conveniente ele "cair" e cortar a testa em casa para não viajar e tomar essa inconveniente foto com os ditadores, Xi Jinping, Putin, Narendra, Cyril Ramaphosa e deixando em duvida a vocação democrática do próprio presidente do Brasil. 

A mesma atitude de não comparecer a essa reunião dos BRICS, foi tomada pelo democrata, Salman bin Abdulaziz Al Saud,  rei da Arábia Saudita, seria para não deixar bem definida qual a vocação dessa reunião de países, ou para como no caso do Brasil não prejudicar a relação com EUA e a UE.

Por isso é que Israel ja chegou a chamar o Brasil de anão diplomático e dando total justificativa ao risco de um pais sem etica e moral ser membro do Conselho de Segurança da ONU, seria melhor o Mexico entrar la pelo menos eles quando dizem que são imparciais o são realmente não como o Brasil que diz defender a democracia e direitos humanos e ao mesmo tempo comprar combustíveis da Rússia, Irã e China.


quarta-feira, 16 de outubro de 2024

Marina Silva was called a monkey in the Brazilian Chamber of Deputies during a debate on forest fires

 Marina Silva was called a monkey in the Brazilian Chamber of Deputies during a debate on forest fires. It is appalling how federal deputies treat a state minister, starting with the commission president's remark, insinuating that Marina Silva had been trained like a monkey to speak about smoke, fires, deforestation, land grabbing, and agribusiness in Brazil. The process of land grabbing, which involves the illegal appropriation of public lands, often leads to the conversion of large areas of native forest into monoculture farms, such as soy plantations. The typical sequence of this process involves several interconnected steps, which can be described as follows:


Invasion of public land: Land grabbers occupy areas of public forests, often indigenous lands or environmental reserves, without legal authorization. They use resources from parliamentary amendments, the budgets of municipalities, and corrupt police forces converted into private militias for landowners.


Burning and clear-cutting: To make the area suitable for agricultural use, forests are illegally cut down, often through fires that destroy native vegetation. The process often involves labor akin to slavery, exploiting local and peasant populations in the region, subjecting them to submission through drugs, prostitution, and child labor exploitation.


Forgery of documents: Land grabbers create fraudulent documents to “legalize” the possession of the invaded land. This practice can involve the forgery of property titles or the use of ineffective and corrupt land registration systems. These forgeries are done in collaboration with municipal notaries, judges, council members, deputies, corrupt environmental agency officials, and lawyers, using money diverted from drug trafficking, arms smuggling, political corruption, and contraband.


Local pressure and coercion: Traditional communities and indigenous peoples living on the invaded lands may be forced to leave, often under the threat of violence or coercion. During this same meeting, indigenous communities were accused of being marijuana growers and drug traffickers.


Complete clearing of the area: After deforestation, land grabbers remove logs, roots, and any traces of native vegetation to prepare the land for planting, often using machinery diverted from local city governments.


Application of agrochemicals: Intensive use of herbicides and pesticides to control weeds and pests begins, preparing the soil for commercial crops. These agrochemicals are often purchased as contraband, consisting of chemicals banned in Brazil.


Intensive planting: The land is planted with soy on a large scale, usually using mechanized monoculture techniques. Large-scale production is geared toward export, especially to international markets like China and Europe. The land-grabbing cycle may continue, with land grabbers seeking new lands, repeating the process of deforestation and expanding the cultivated areas.

Marina Silva foi chamada de Macaca na câmara dos deputados do Brasil em debate sobre os incêndios florestais na Amazonia

 Horrível a forma como deputados federais tratam uma ministra de estado iniciando pela fala do presidente da comissão insinuando que Marina Silva havia sido treinada como uma macaca para fazer as falas relativas a fumaça, queimadas, desmatamento, invasão de terras e agronegócio no Brasil.

O processo de grilagem de terras, que envolve a apropriação ilegal de terras públicas, frequentemente leva à conversão de grandes áreas de floresta nativa em fazendas de monocultura, como a soja. A sequência típica desse processo envolve várias etapas interconectadas, que podem ser descritas da seguinte forma:


1. Corte e desmatamento ilegal

Invasão da terra pública: Grileiros ocupam áreas de florestas públicas, muitas vezes terras indígenas ou reservas ambientais, sem autorização legal. Usando recursos proveniente de emendas parlamentares e o orçamento de municípios e as forças policiais corruptas convertidas em jagunços de fazendeiros.

Queimada e corte raso: Para tornar a área apropriada para o uso agrícola, as florestas são derrubadas de maneira ilegal, muitas vezes por meio de queimadas, que destroem a vegetação nativa. Usando trabalho similar a escravidão abusando de populações locais e camponesas da região, submetidas a submissão por uso de drogas, prostituição e exploração de trabalho infantil.

2. Falsificação de documentos e legalização da terra

Falsificação de documentos: Os grileiros criam documentos fraudulentos para “legalizar” a posse da terra invadida. Essa prática pode envolver a falsificação de títulos de propriedade ou o uso de sistemas de registro fundiário ineficazes e corruptos. Em alianças nos cartórios municipais com juízes, vereadores, deputados, funcionários corruptos dos órgãos ambientais e advogados, usando dinheiros desviados do trafico de drogas, armas, corrupção politica e contrabando.

Pressão e coação local: Comunidades tradicionais e povos indígenas que vivem nas terras invadidas podem ser forçados a sair, muitas vezes sob ameaça de violência ou coação. Nessa mesma reunião as comunidades indígenas foram sinaladas como plantadores de maconha e traficantes.

3. Preparação do solo para a monocultura

Limpeza completa da área: Após o desmatamento, os grileiros removem troncos, raízes e quaisquer vestígios de vegetação nativa para preparar a terra para o plantio. Usando maquinário muitas vezes desviado das prefeituras locais.

Aplicação de agrotóxicos: O uso intensivo de herbicidas e pesticidas para controlar ervas daninhas e pragas começa, preparando o solo para culturas comerciais. Esses agrotóxicos muitas vezes são comprados de contrabando de químicos proibidos no Brasil 

4. Implantação da monocultura (soja)

Plantio intensivo: A terra é semeada com soja em larga escala, geralmente utilizando técnicas de monocultura mecanizada. A produção em larga escala é voltada para a exportação, especialmente para mercados internacionais como China e Europa.

Expansão das operações: O ciclo de grilagem pode continuar, com os grileiros buscando novas terras, repetindo o processo de desmatamento e expansão das áreas cultivadas.

5. Consequências ambientais e sociais

Destruição da biodiversidade: A conversão de florestas tropicais em monoculturas resulta na perda de biodiversidade, destruição de habitats e desequilíbrio ecológico.

Impactos nas comunidades locais: Povos indígenas e comunidades rurais perdem suas terras e meios de subsistência, sofrendo com deslocamento forçado, aumento da pobreza e da violência.

Emissão de gases de efeito estufa: O desmatamento e as queimadas emitem grandes quantidades de CO₂, contribuindo para as mudanças climáticas.

Esse processo é uma das principais ameaças à preservação da Amazônia, promovendo o avanço da fronteira agrícola em detrimento das florestas e das comunidades locais.







domingo, 13 de outubro de 2024

Cómo el humo de los incendios forestales afecta las nubes de lluvia en la Amazonía

 Cómo el humo de los incendios forestales afecta las nubes de lluvia en la Amazonía


Los incendios en la Amazonía no solo destruyen bosques; las nubes de humo alcanzan grandes alturas, perturbando patrones vitales de lluvia. Las partículas de humo interfieren en la formación de nubes de lluvia en altitudes medias, reduciendo su capacidad de producir precipitaciones. Esto agrava las sequías y dificulta la recuperación de la selva.


La presencia de humo altera la composición y temperatura de las nubes, lo que resulta en menos lluvia en las zonas más necesitadas. Es un ciclo: menos lluvia, más sequedad y mayor riesgo de incendios. Proteger la Amazonía no solo trata de salvar árboles, es crucial para todo el ciclo del agua y la regulación climática.


Sí, la afirmación sobre el efecto del humo de los incendios forestales en las nubes de lluvia en la Amazonía está respaldada por evidencia científica. El humo de los incendios contiene pequeñas partículas conocidas como aerosoles, que pueden interferir con la formación de nubes y los patrones de precipitación. Estas partículas alteran las propiedades de las nubes, como el tamaño de las gotas, y pueden reducir la cantidad de lluvia al retrasar la formación de gotas más grandes, lo que resulta en menos precipitaciones.


En la Amazonía, donde el ecosistema depende de la lluvia constante, los aerosoles del humo de incendios forestales han demostrado tener un impacto significativo en la formación de nubes a altitudes medias, lo que disminuye la probabilidad de lluvias en esas zonas. Investigaciones han demostrado que los aerosoles pueden aumentar la altura de las nubes pero retrasar o reducir la formación de lluvia, lo que exacerba las condiciones de sequía, haciendo a los bosques más vulnerables a incendios futuros, creando un ciclo peligroso.


Estudios de la NASA y otras investigaciones científicas han resaltado este fenómeno, señalando cómo la interacción entre el humo y los sistemas de nubes puede disminuir las precipitaciones durante la temporada seca, que es crítica para la Amazonía​

 . Además, algunos estudios subrayan las implicaciones más amplias de esta alteración, que no solo afecta el ciclo hídrico local, sino que también contribuye al cambio climático global al alterar la dinámica climática en la región.

Por lo tanto, el impacto del humo de incendios en las nubes de lluvia de la Amazonía es una realidad documentada científicamente con serias implicaciones tanto para la salud del bosque como para el clima global.


#Amazonia #CrisisClimática #IncendiosForestales #PatronesDeLluvia #ProtegeLaAmazonia #AcciónClimática






The Importance of Amazonian Home Gardens as a Climate Change Adaptation Strategy

 The Importance of Amazonian Home Gardens as a Climate Change Adaptation Strategy



In the Amazon, home gardens, or "quintales," are more than just family farming spaces. They are vital for climate resilience and health. With extreme droughts, fluctuating river levels, and airborne epidemics, these gardens serve as multifunctional adaptation tools.


Home gardens ensure food security through their biodiversity—fruit trees, medicinal plants, and native species. They also reduce carbon footprints by capturing carbon and cooling the environment through natural shading, which improves air quality and reduces heat. During epidemics, they provide safe outdoor spaces for families, minimizing exposure.


Water access is crucial, and artesian wells in these gardens help secure potable water. Composting organic waste improves soil quality and enhances the resilience of the crops.


Our projects, like Cantinho das Frutas and Kit Sanação, focus on promoting these practices to enhance climate adaptation and community health, ensuring families can thrive amidst environmental and health challenges.


#ClimateAdaptation #Agrobiodiversity #FoodSecurity #HomeGardens #CarbonCapture #Composting #Amazon #SDGs2030

segunda-feira, 7 de outubro de 2024

Climate Change: From Empty Rhetoric to Immediate Action

 Climate Change: From Empty Rhetoric to Immediate Action





Ask a botanist, biologist, or ecologist how to combat climate change and forest fires, and they will say: "Plant trees! Stop eating meat! Recycle!" An engineer might respond: "Let’s build higher barriers and walls." A lawyer will propose: "Let’s hold a forum, pass a law, or organize an event." Politicians, unfortunately, will look for tenders to benefit corrupt businessmen. International consultants will talk about "creating a startup" to sell it to the highest bidder. Evangelical pastors will call for marches in the name of Jesus to collect tithes and buy radio and TV stations. And some Catholic religious leaders will resign and say: "It is God's will."


But how long will we remain trapped in this spiral of empty rhetoric, political and economic maneuvers, and irrational ideologies that only seek to profit from the impending disaster?


The planet can no longer wait for more speeches. We cannot keep delaying the urgency. Science is not telling us what to do in 30 years. It is shouting what we need to do in 1 month. Yet many of you, with the responsibility to act, remain comfortable in your positions while the world burns and life suffocates.

El Cambio Climático: De la Retórica Vacía a la Acción Inmediata

 El Cambio Climático: De la Retórica Vacía a la Acción Inmediata



Pregúntale a un botánico, biólogo o ecólogo cómo combatir el cambio climático y los incendios forestales, y te dirán: "¡Siembra árboles! ¡Deja de comer carne! ¡Recicla!" Un ingeniero quizás responda: "Construyamos barreras y muros más altos." Un abogado propondrá: "Hagamos un foro, una ley, un evento." Los políticos, tristemente, buscarán licitaciones para beneficiar a empresarios corruptos. Los consultores internacionales hablarán de "crear una startup" para venderla al mejor postor. Los pastores evangélicos convocarán a marchas en nombre de Jesús para recolectar diezmos y comprar emisoras de radio y televisión. Y algunos líderes religiosos católicos responderán con resignación: "Es la voluntad de Dios."


Pero, ¿hasta cuándo seguiremos atrapados en esta espiral de retórica vacía, maniobras políticas, económicas e ideologías irracionales que solo buscan lucrar del desastre inminente?


El planeta no puede esperar más discursos. No podemos seguir dilatando la urgencia. La ciencia no nos dice qué debemos hacer en 30 años. Nos está gritando lo que debemos hacer en 1 mes. Y, sin embargo, muchos de ustedes, con la responsabilidad de actuar, continúan cómodos en sus posiciones, mientras el mundo arde y la vida se sofoca.


¿Qué vas a hacer, hoy, para cambiar esto?