segunda-feira, 4 de novembro de 2024

ECOPOLAT 2014 | Conferência: Culturas, naturezas e territórios



ECOPOLAT 2014 | Conferência: Culturas, naturezas e territórios

CPDA - UFRRJ
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ECOPOLAT 2014

Seminário de ecologia política na América Latina: Desafios teóricos e práticos

Conferência: Culturas, naturezas e territórios

Carlos Walter Porto Gonçalves - POSGEO, LEMTO, UFF
Héctor Alimonda (Moderador)

12, 13 e 14 de novembro de 2014
Rio de Janeiro - Brasil







ECOPOLAT 2014 | Conferência inaugural Enrique Leff

sexta-feira, 25 de outubro de 2024

CURSO ECOLOGIA POLITICA DA DIVERSIDADE BIOLOGICA AMAZONICA

 ECOLOGIA POLITICA DA DIVERSIDADE BIOLOGICA AMAZONICA

Objetivo Geral:

Fornecer uma compreensão aprofundada dos fatores ecológicos, culturais e políticos que afetam a biodiversidade amazônica e suas relações com o desenvolvimento, a mercantilização da natureza e a resistência cultural e ecológica das populações locais.


Módulo 1: Fundamentos da Ecologia Política e o Mundo da Vida

Duração: 3 horas

1.1 Introdução à Ecologia Política e o Mundo da Vida (45 min)

Definição e origem da ecologia política

O conceito de "mundo da vida" e sua relação com o desenvolvimento moderno

A ecologia política no contexto da América Latina e da Amazônia

1.2 Modernidade e Modernização da Vida Humana e Natural (1h 15 min)

Modernização e impacto sobre comunidades amazônicas

Comunicação, linguagem e informação no mundo da vida amazônico

Influências da modernidade na biodiversidade e nos modos de vida

1.3 Discussão e Exercício Prático (1h)

Discussão sobre como a modernização afeta a biodiversidade e a vida comunitária

Dinâmica em grupo: Identificar os impactos positivos e negativos da modernidade na Amazônia


Módulo 2: História Ambiental e Estruturação da Planície Amazônica

Duração: 3 horas

2.1 História Ambiental do Estuário Amazônico (45 min)

Formação geológica e biológica da planície e do arquipélago de Belém

A diversidade biológica como um recurso nas planícies de inundação

Importância da planície amazônica para a biodiversidade local e global

2.2 Mercantilização da Vida e Biodiversidade (1h 15 min)

A "mercadorização" da diversidade de vida na Amazônia

Introdução do conceito de “Neo-Europa” e "Nova Atlântida Amazônica"

Impacto da economia de mercado na biodiversidade e nos recursos naturais

2.3 Discussão e Exercício Prático (1h)

Debate sobre a visão dos recursos naturais como mercadoria e as consequências para a biodiversidade

Análise em grupos de casos locais de impacto da mercantilização na Amazônia


Módulo 3: Espécies e Formações Estruturais da Biodiversidade Amazônica

Duração: 3 horas

3.1 O Papel de Espécies-chave na Estrutura Ecológica (45 min)

Discussão das espécies como formadoras do mundo da vida: açaí, café, cupuaçu e manga

A relação ecológica e econômica dessas espécies com a biodiversidade e as populações locais

3.2 Ecologia Política das Espécies (1h 15 min)

O açaí como símbolo de resistência cultural e ecológica

Estudo do cupuaçu e o processo de patenteamento da flora amazônica

A introdução e impacto de espécies como a manga no ecossistema local

3.3 Estudos de Caso e Discussão (1h)

Divisão dos participantes em grupos para análise de estudos de caso: açaí e povos ribeirinhos, café e comunidades afrodescendentes, cupuaçu e direitos de propriedade

Discussão dos impactos de tais culturas na biodiversidade e economia local


Módulo 4: Ecologia Política e Resistência Cultural na Amazônia

Duração: 3 horas

4.1 A Resistência Cultural e Musical Frente à Globalização (45 min)

Expressões culturais de resistência ao avanço da modernidade e globalização

Papel da música, arte e cultura na preservação da identidade e biodiversidade

4.2 Políticas Ambientais e Sustentabilidade (1h 15 min)

Avaliação das políticas públicas para a proteção da biodiversidade amazônica

O papel da ecologia política na construção de políticas sustentáveis

Ações de resistência popular e comunitária em defesa da biodiversidade e dos direitos territoriais

4.3 Reflexão Final e Encerramento (1h)

Discussão final sobre como a ecologia política pode apoiar a preservação e sustentabilidade da Amazônia

Dinâmica de encerramento: Visões para o futuro da biodiversidade amazônica e as contribuições dos participantes


Recursos e Metodologia:

Materiais: Apresentações em slides, artigos e vídeos curtos sobre o tema

Metodologia: Exposição oral, discussões em grupo, dinâmicas práticas e estudos de caso

Público-alvo: Estudantes, profissionais de meio ambiente, lideranças comunitárias e interessados em ecologia política e conservação da biodiversidade

 

Curso "Redes Sociotécnicas de la Biodiversidad Amazónica",

 "Redes Sociotécnicas de la Biodiversidad Amazónica",  


Prof Dr. Camilo T Sanchez


Objetivo General:

Proporcionar una introducción a las redes sociotécnicas en la gestión de la biodiversidad amazónica, explorando las interacciones entre comunidades, especies, tecnología y políticas, y destacando su papel en la conservación y el desarrollo sostenible.


Módulo 1: Fundamentos de Redes Sociotécnicas y la Biodiversidad Amazónica

Duración: 4 horas

1.1 Introducción a las Redes Sociotécnicas y Contexto Amazónico (1h)

Conceptos Clave: Redes sociotécnicas y teoría del actor-red

Contexto Amazónico: Biodiversidad y actores involucrados (comunidades locales, instituciones, mercados)

Relación entre humanos, naturaleza y tecnología en el manejo de la biodiversidad

1.2 Actores Humanos y No Humanos en la Amazonía (1h 30 min)

Actores Humanos: Papel de comunidades indígenas, instituciones locales e internacionales

Actores No Humanos: Especies clave (açaí, cupuaçu, madera) y tecnologías (tradicionales y modernas)

Estudio de Caso Rápido: Análisis de una red sociotécnica de manejo de açaí o productos forestales no madereros

1.3 Taller Práctico de Mapeo de Redes (1h 30 min)

Ejercicio en Grupo: Mapear una red sociotécnica de la biodiversidad (e.g., comercio del açaí, manejo comunitario de madera)

Reflexión: Identificación de interacciones, conflictos y oportunidades en la red

Discusión en Grupo: Principales desafíos y beneficios de la colaboración entre actores en la red


Módulo 2: Mercantilización, Gobernanza y Conservación de la Biodiversidad en Redes Sociotécnicas

Duración: 4 horas

2.1 Mercantilización y Redes Globales de Productos Amazónicos (1h 15 min)

Impacto del Mercado Global: Influencia de la demanda en la biodiversidad y economías locales

Productos y Certificación: Ejemplos de certificación de açaí y madera sostenible

Desafíos en la Mercantilización: Balance entre conservación y desarrollo económico

2.2 Políticas Públicas y Gobernanza de Redes Sociotécnicas (1h 15 min)

Políticas y Gobernanza Multinivel: Rol del estado, organizaciones internacionales y comunidades en la conservación

Conservación Participativa: Ejemplos de iniciativas como REDD+ y proyectos de manejo comunitario

Conflictos y Cooperación: Manejo de tensiones entre desarrollo y derechos territoriales

2.3 Taller Final: Diseño de una Red Sociotécnica para la Conservación Sostenible (1h 30 min)

Ejercicio en Grupos: Proponer una red sociotécnica para la gestión sostenible de un recurso amazónico (e.g., un producto forestal, planta medicinal)

Presentación de Propuestas: Cada grupo presenta su diseño y explica las interacciones clave

Reflexión Final y Debate: Discusión sobre cómo las redes sociotécnicas pueden promover la sostenibilidad y la resiliencia en la Amazonía


Recursos y Metodología:

Materiales: Presentaciones, mapas conceptuales, artículos breves y estudios de caso

Metodología: Exposiciones breves, talleres de mapeo, discusión en grupos y ejercicios prácticos

Público objetivo: Estudiantes, profesionales en conservación, líderes comunitarios, interesados en sostenibilidad y biodiversidad


Este curso de 8 horas ofrece una visión concentrada, pero integral, de cómo las redes sociotécnicas pueden ser aprovechadas en la gestión y conservación de la biodiversidad amazónica, enfatizando la colaboración y el entendimiento de las relaciones clave entre los actores.


quarta-feira, 23 de outubro de 2024

Diversidad biologica para infuencers e desinformadores

 Diversidad biologica tenemos en la imagen 3 especies con una riqueza de 3 sp., cada especie tiene una abundancia relativa (0,3333) y su equitabilidad es muy alta (1,0), con estos datos podemos medir la diversidad biologica de esta comunidad (0,666) localizada en el sofa de mi casa, comparando las diversidades de diferentes comunidades sabremos si la diversidad influencia la estabilidad de la comunidad de la misma forma que una columna sostiene una casa, o si la red de tres especies es suficiente para permitir el transporte de genes, polen, semillas, agua, biomasa e información en la comunidad, tambien si esa red permite la reducción del desorden en la comunidad por la transferencia parsimoniosa de la energia no utilizable o entropia para otro nivel trofico o minimizar su salida al medio fisico en el ecosistema.




 Equitabilidad: Una equitabilidad alta sugiere que ninguna especie domina a las otras, lo que enriquece la estabilidad de la comunidad, similar a cómo el equilibrio en la columna puede distribuir mejor las cargas en una casa.


Diversidad biológica: La diversidad se puede medir usando índices como el índice de Shannon o el índice de Simpson, que incorporan tanto la riqueza como la equitabilidad. Dado que mencionas una alta equitabilidad y una riqueza de tres especies, probablemente obtendrías un valor de diversidad relativamente alto, aunque con solo tres especies el potencial de interacción será limitado.


Ahora bien, en términos de la influencia de la diversidad en la estabilidad, aquí hay algunas ideas:


Mayor diversidad, mayor estabilidad: En ecosistemas naturales, la mayor diversidad (más especies) generalmente aumenta la estabilidad, ya que hay más redundancia funcional. Si una especie es eliminada o se reduce su abundancia, otras pueden asumir su rol en los ciclos de energía y materia.


Red de especies y transferencia de energía: Si bien una red de solo tres especies puede permitir la transferencia de ciertos recursos, como genes, polen o biomasa, el pequeño número de especies puede limitar la complejidad y robustez de esas transferencias. Una red más diversa, con más especies que interactúan entre diferentes niveles tróficos, permitiría una mayor redundancia en las funciones ecológicas y una mejor distribución de la energía y el reciclaje de la entropía, reduciendo el desorden energético.


Reducción de entropía: En sistemas biológicos, la transferencia de energía entre niveles tróficos, como el flujo de materia orgánica de plantas a herbívoros, y luego a descomponedores, ayuda a mantener el sistema más ordenado. Si la energía no útil o entropía se transfiere de manera eficiente a otros organismos, el ecosistema puede mantenerse más equilibrado. En una red pequeña de tres especies, esta transferencia será limitada, pero en un sistema más grande, con mayor diversidad, se incrementan las vías posibles para la distribución de la energía y el reciclaje.