Qual a relacao dos acontecimentos de Mariana com o que esta sucedendo em Brasilia, uma grande concentracao de residuos toxicos produto de uma mineracao predatoria e selvagem guardados numa barragem que nao suporto a quantidade de chuvas e agua entrante e quebrou o muro sepultando vilas, asfaltando rios e finalmente chegando no mar para se dissolver.
De outro lado a gigantesca barragem da corupcao politica brasileira que concentrou uma tal quantidade de crimens, condutas reprovaveis, enriquecimento vergonhoso acima de uma populacao pobre e dependente desses bandidos, que contaminou todas as esferas da sociedade desde a educacao, a industria, o comercio, os bancos, foi tanta a lama da corrupcao acumulada que um so juiz consigui quebrar essa barragem de corrupcao, esse oxido que corroe o ferro da sociedade brasileira.
Agora a barragem da corrupcao esta rachada, nem de longe esta quebrada como a de Mariana, mas assim ja esta derrubando estruturas como a camara, o senado e a propria presidencia da republica brasileira.
Mas essa enchente de lama e corrupcao nao para por ai, vai descer por todos os rios de Brasil ate Amazonia, pois as fraudes em obras como a hidreletrica de Belo Monte construida corrompendo a natureza amazonica, seus povos originarios, criando vilas miseria em Altamira e outras cidades onde muilheres e criancas se vendem por centavos e as aguas contaminadas os matam lentamente, vao espalhar esse lamacal essa vala a ceu aberto que a classe politica brasileira e amazonica criaram.
Outras barragens iram ruir como a de Santarem em Mariana ou a pretensa barragem hidreletrica que dizem sera construida no rio Tapajos para continuar fazendo a mineracao predatoria dos povos e natureza amazonica para beneficiar as elites corruptas do sudeste.
Brasil de novo perdeu o bonde do desenvolvimento em aras do crescimento economico concentrador e corrupto, so que agora a cada grama de carbono que e jogado na atmosfera os desastres iram se multiplicar e quem vai sofrer com isso de novo serao os mais pobres que enganados com uma bolsa escola nao enxergaram os milionarios roubos que aconteciam.
sexta-feira, 27 de novembro de 2015
quinta-feira, 26 de novembro de 2015
Organizando recebimento, até 30 01 2016, artigos para livro coletânea “Fronteiras de Saberes” publicavel em 30 de março de 2016.
Os professores Renan Albuquerque, Michel Justamand, Camilo Sanchez e Josenildo Santos,
em um trabalho conjunto com estudantes de pós-graduação e graduação que integram o Núcleo de
Estudos e Pesquisas em Ambientes Amazônicos (Nepam/CNPq) e o Laboratório de Editoração
Digital do Amazonas (LEDA/Ufam), ambos sediados na Universidade Federal do Amazonas - Polo
Parintins (ICSEZ/Ufam), estão organizando o recebimento, até 30 de janeiro de 2016, de artigos
para a composição do livro coletânea “Fronteiras de Saberes”, a ser publicado em 30 de março de
2016.
Será um e-book de distribuição gratuita, editado em plataforma Open Journal System, com
acesso livre a estudantes e pesquisadores da graduação e pós-graduação. O livro terá ISBN, Conselho Editorial, Catalogação da Biblioteca da Ufam e será de fácil localização por meio de portais de busca a toda a comunidade científica. O convite para a submissão de papers tem como meta fomentar o diálogo de saberes entre cientistas na área de humanidades em geral, com especificidades para as interdisciplinares de estudos na Amazônia.
A obra é a terceira a ser editada pelo Nepam/LEDA e conta com parceria de professores da Ufam de Benjamin Constant e da Universidade do Estado do Amazonas de Tabatinga, bem como suporte consultivo do Programa de Pós-Graduação em Sociedade e Cultura na Amazônia (PPGSCA), sediado em Manaus, no Instituto de Ciências Humanas e Letras (ICHL), e com representações em Parintins e Benjamin Constant.
Duas produções anteriores já foram publicadas em e-book pelo Nepam/LEDA. Sofrimento Mental de Indígenas na Amazônia (abril de 2014) e Divulgação e Jornalismo Científico em Saúde e Ambiente na Amazônia (dezembro de 2014). A primeira teve apoio do Banco Santander da Espanha e do Instituto de Psicologia da USP; a segunda foi consolidada com parceria da Fundação Oswaldo
Cruz (Fiocruz) e da Escola de Comunicações e Artes da USP. Ambas estão disponíveis em extensão pdf e podem ser facilmente localizadas e baixados na web.
Acadêmicos com pesquisas relacionadas a complexidades amazônicas, no contexto de populações e dinâmicas territoriais e simbólicas em amplo sentido, podem submeter papers, com rigorosa qualidade científica. Indica-se fortemente que os artigos versem sobre temáticas voltadas a investigações interdisciplinares. Recomenda-se que gráficos, fotos ou figuras constem caso sejam estritamente necessários. Os artigos devem ter no mínimo 13 e no máximo 20 páginas, com letra tipo Times New Roman, Espaço 1,5, tamanho 11. Solicita-se resumo em português, inglês e espanhol, com respectivas palavras-chave. O documento deve ser digitado em Word ou Broffice. Os artigos devem ser enviados para renanalbuquerque@hotmail.com. Inicialmente será feita avaliação concernente ao enquadramento do artigo dentro da proposta. Depois, o documento segue para pareceristas e, por fim, ao aceite do texto, caso se necessitem de alterações os(as) autores(as)
serão comunicados(as).
Cordialmente.
Os organizadores.
sexta-feira, 2 de outubro de 2015
Por um Brasil justo, democratico e ecologicamente sustentavel: Se a sustentabilidade ambiental nao for incluida o Brasil nao sai da crise e nao vai se desenvolver
A crise brasileira olhada desde uma perspectiva ecopolitica onde a destruicao
ecológica com mineracao intensiva de ferro, aluminio, petroleo, carvao e gas, e a agricultura predatoria da soja, ou a construcao de hidreletricas e montagem de carros para so citar alguns exemplos, geraram um crescimento nao produtivo pois esta mineracao e agricultura nao alimentam a populacao e sim os especuladores das bolsas de mercadorias, a energia eletrica nao e usada para alavancar a producao e sim para fomentar o uso de bujigangas como celular, televisao e iluminacao publica sem uso pois as cidades nao tem atividades produtivas a noite.
A ma gestao, corrupcao, politicagem e excesso de dinheiro na economía
nao se direcionaram para uma reconversao ecoindustrial que enfrentasse a crises
ambiental produzida pelas mudancas climáticas que destroim as atividades
produtivas do país.
Caso patetico disso e o Plano de Desenvolvimento da Educacao que foi palco de mal gasto do dinheiro com contratacao de professores sem qualificacao, lease sem doutorado, para as novas universidades so para aumentar o curral eleitoral do PT e PMDB, assim o governo no lugar de aproveitar os doutores ja formados inicio um longo processo de requalificacao de pessoas sem preparo para no final ter que dar o canhoto para esses doutores de ma qualidade afrouxando o rigor da posgraducao para de novo nao perder eleitores. O anterior levou a uma ciranda de criacao de cursos de graduacao, mestrados e doutorados no Brasil sem nenhuma qualidade. Isto levou em 20 anos a destruicao da oportunidade unica de melhorar a capacidade de pesquisa e desenvolvimento do pais, neste momento frente as demandas da crise a universidade esta sem como dar respostas a sociedade, repete se o ciclo de formacao de um grupo de burocratas dentro das universidades sem capacidade para gerar novas tecnicas, processos produtivos, patentes, emprendimentos, empresas e finalmente sem capacidade de gerar emprego e renda produtivo, estao sendo criados para viver do emprego publico.
No ensino basico e medio foi a corrupcao aberta com o Fundo de Desenvolvimento da Educacao FUNDEB, os planos de merienda escolar, transporte escolar, e livros didaticos que atraves da prefeituras e governos estaduais desviaram milhoes de reais atraves de empresas e notas fiscais falsas para financiar a vida de luxo de vereadores, deputados, prefeitos, financiar campanhas politicas. O resultado disso e que depois de vinte anos de politica educativa do PT os alunos brasileiros saem das escolas mal nutridos, sem saber ler e escrever, sem compreender um texto e ainda sem saber as operacoes logicas e matematicas basicas que os fariam encontrar um emprego ou entrar numa escola tecnica ou universidade. Ou simplesmente para formar uma sociedade civil organizada que atraves das comunidades escolares enfrentasse os desafios da crise ambiental, falta de agua, lixo, saude, poluicao, seguranca alimentar, nada disso aconteceu. Toda essa expansao das atividades de faz de conta gerou aumentos do consumo de energia do governo, os alunos que fazem de conta que estao estudando, os professores que fazem de conta que estao ensinando, os pesquisadores que fazem de conta que estao pesquisando e junto a campra de bujigangas como computadores e veiculos que nao sao usados intensamente em atividades de pesquisa e ensino.
Na realidade nao existiram avancos sociais nos últimos anos
pois os setores da populacao que supostamente sairam da pobreza o fizeram
consumindo bens de consumo, de faz de conta, e nao de producao, criaram consumidores mas nao
empresarios, os acrescimos de renda foram para pagar as bujigangas e nao para
financiar educacao, saude, terra, as pessoas que adquiriram moradia receberam
imoveis de muita ma qualidade praticamente trocando um cortico na favela por um
no conjunto habitacional, os aumentos de renda nao foram direcionados para
formar uma clase media proprietaria e empresaria e sim formaram uma clase consumista
dependente dos beneficios sociais, do subemprego, ou emprego sazonal para se
sustentar.
Nao tem nenhum sentido preservar empregos e renda quando
estos estao dirigidos a aumentar o consumo nao produtivo a continuar com a
farra a festa da ma gestao nas familias empresas e nos governos. Assim e claro
que a crise nao e de falta de dinheiro na economía e sim de falta de
direcionamento para a sociedade, a abundancia foi dilapidada e nao sabe se
viver na escazess.
O PT aposto pelo crescimento económico sem desenvolvimento
geral da sociedade neste momento a única via possivel de desenvolvimento e a da
sustentabilidade ambiental, pois outras vías do vao aprofundar o quadro de
crise económica social cultural e civilizatoria existente.
Brazil for a fair, democratic and ecologically sustainable: If environmental sustainability is not included Brazil not out of the crisis and not returned to grow
About the prospect of an archaic nationalist developmental project, the works party PT and some other organizations formulate proposals to exit the current crisis, returning to blame the big banks and the crisis investment funds, this text states that the resignation of PT their environmental flags nineties, the struggle for agrarian reform, protection of indigenous lands, the ecoindustrial conversion among other environmental flags, and the failure to include the vision of sustainable development in public policies of recent years have led the PT to a form of rule totally away from their original ideas, only the resumption of this program may for the PT and other parties on the way to resolving the structural crisis that suffers Brazil.
The PT can not accuse the real sector of wanting to capture the state, as he opened the fair contracts for digging contractors in support of agriculture, livestock, petroleum, construction, automotive sector and the banks themselves and thus be able to govern with bribes and payments to political, social policy PT dug up on buying support bought with dirty money.
For this, the PT gave up all environmental policy allowing destructive agriculture of agricultural goods, livestock expansion from tribal areas and the Amazon rainforest, increasing consumption of oil and gas and leaving aside the wind and solar power, favoring pharaonic building civil works like hydroelectric dams, railroads and highways, refusing to levy taxes to the automotive sector so contributing to the car's expansion in the country deepened the climate crisis, destroying the public and collective transport.
All this with the argument that they were protecting the employment of the population, but jeopardizing long-term environmental sustainability of Brazil, the population receives wages but have no access to clean water, food and clean energy, the government takes with the foot who gave to the hand shape, but perverse possible, one must phone but do not have clean water. The populist programs of minimum income created a perverse cycle of increase in the size of families, but without giving definitive outputs informality, underemployment and lack of access to health services, education and security.
It is clear that opposition to PT also does not have a sustainable development project for Brazil, it puts forward company with a dilemma type ! Now running the beast catches! If you stay the beast eats !, the third way that would be represented by Marina Silva and a group of social organizations fail to earn enough visibility for the complex characteristics of the crisis that make it difficult to understand the population, everyone believed that mobile access, cable television and internet would be an improvement in quality of life, but it did not come accompanied by access to water, food, housing and land worth keeping at the end of the exclusion conditions.
quarta-feira, 30 de setembro de 2015
Por um Brasil justo, democratico e ecologicamente sustentavel: Se a sustentabilidade ambiental nao for incluida o Brasil nao sai da crise e nao voltara a crescer
| Agricultura predatoria destroi fontes de agua, solo e floresta em MT |
Sobre a perspectiva de um projeto
desenvolvimentista nacionalista arcaico, o PT e algumas outras organizações
formulam propostas para sair da crise atual, voltando a culpar os grandes
bancos e fundos de investimento da crise, neste texto se afirma que a renuncia
do PT a suas bandeiras ambientalistas dos anos noventa, a luta pela reforma
agraria, a proteção das terras indígenas, a reconversão ecoindustrial entre
outras bandeiras ambientalistas, e a não inclusão da visão do desenvolvimento sustentável
nas politicas publicas dos últimos anos levaram o PT a uma forma de governar
totalmente afastada de seu ideário original, só a retomada desse programa poderá
por o PT ou outros partidos no caminho para a resolução da crise estrutural que
sofre o Brasil.
O PT não pode acusar o setor real da
economia de querer capturar o estado, pois ele mesmo abriu a feira de contratos
para cavar apoios de empreiteiros da agricultura, pecuária, petróleo, a construção,
setor automotivo e os próprios bancos e poder assim governar com subornos e
pagamentos aos políticos, a politica social petista fincou se na compra de
apoios comprados com dinheiro sujo.
Para isso o PT abriu mão de toda a politica
ambiental permitindo a agricultura predatória de mercadorias agrícolas, a expansão
da pecuária sobre áreas indígenas e a floresta amazônica, aumentando o consumo
de petróleo e gás e deixando de lado a energia eólica e solar, favorecendo a construção
de obras civis faraônicas como hidrelétricas, ferrovias e rodovias, renunciando
a cobrar impostos ao setor automotivo favorecendo assim à expansão do carro nos
pais aprofundando a crise climática, destruindo o transporte publico e
coletivo.
Tudo isso com o argumento de que estariam
protegendo o emprego da população, mas hipotecando em longo prazo a
sustentabilidade ambiental do Brasil, a população recebe salários, mas não tem
acesso a agua potável, alimentação e energia limpas, o governo tira com o pé o
que deu com a mão da forma, mas perversa possível, a pessoa tem celular, mas não
tem agua potável. Os programas populistas de renda mínima criaram um ciclo
perverso de aumento no tamanho das famílias, mas sem dar saídas definitivas à
informalidade, subemprego e falta de acesso a serviços de saúde, educação e segurança.
Esta claro que a oposição ao PT também não
tem um projeto de desenvolvimento sustentável para o Brasil, isso coloca a
sociedade frente a um dilema do tipo se !Correr o bicho pega! Se ficar o bicho
come!, a terceira via que estaria representada por Marina Silva e um conjunto
de organizações sociais não conseguem ganhar visibilidade suficiente pelas características
complexas da crise que a fazem de difícil entendimento pela população, todos
acreditaram que acessar celular, televisão a cabo e internet seria uma melhora
na qualidade de vida, mas isso não veio acompanhado de acesso a agua,
alimentos, moradia e terra digna mantendo no final as condições de exclusão.
| Floresta amazonica intacta gerando agua, chuvas |
Ecologia Politica da America Latina discute o papel da biologia na Amazonia no Alto Solimoes e Tabatinga de 19 a 21 de outubro
| Hector Alimonda e Henrique Leff |
Durante a semana do biólogo na Universidade do Estado do Amazonas sera discutida a Ecologia Politica da America Latina e o papel da biología na Amazonia e no Alto Solimoes os dias 19 a 21 de outubro de 2015. Com uma palestra proferida pelo professor e pesquisador da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, programa de posgraduacao em desenvolvimento, agricultura e sociedade CPDA/UFRRJ, Hector Alberto Alimonda.
Ele possui graduação em Licenciatura Em Sociologia - Universidad de Buenos Aires (1972), mestrado em Ciencias Sociales - FACULTAD LATINOAMERICANA DE CIENCIAS SOCIALES (Sede Argentina) (1978) e doutorado em Ciência Política pela Universidade de São Paulo (1982). Pós-doutorado em Cultura e Política na América Latina, El Colegio de México. Atualmente é professor associado IV do CPDA - Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Pesquisador visitante, Instituto de Investigaciones Gino Germani, Facultad de Ciencias Sociales - Universidad de Buenos Aires, pesquisador II do CNPq. Investigador honorário e membro do conselho editorial da Revista Interdisciplinaria en estudios sociales, CIESO, Bahía Blanca, Argentina. Membro do Comité Científico do Instituto de Estudios Ecologistas, Quito, Equador. Tem experiência na área de Ciência Política, com ênfase em Ciência Política, atuando principalmente nos seguintes temas: ecologia politica, desenvolvimento rural, América Latina, Argentina, imágenes. (Texto informado pelo autor)
A palestra sera debatida pelo docente da Universidade do Estado do Amazonas, Camilo Torres Sanchez do curso de biologia, este professor possui graduação em Biologia - Universidad Nacional de Colombia (1995), mestrado em Desenvolvimento Sustentável do Trópico Úmido pela Universidade Federal do Pará (2000) e doutorado em Ciências Sociais em Desenvolvimento, Agricultura e Sociedade pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (2005). Atualmente é professor adjunto i da Universidade Federal do Amazonas e professor da Universidade do Estado do Amazonas. Tem experiência na área de Ecologia, com ênfase em Ecologia Política do Desenvolvimento, atuando principalmente nos seguintes temas: ecologia política del desarrollo, agrodiversidade, amazonia, assentamentos humanos e amazônia. Postdoutor pela Universidade Federal Rural de Rio de Janeiro em (2014).
A palestra sera debatida pelo docente da Universidade do Estado do Amazonas, Camilo Torres Sanchez do curso de biologia, este professor possui graduação em Biologia - Universidad Nacional de Colombia (1995), mestrado em Desenvolvimento Sustentável do Trópico Úmido pela Universidade Federal do Pará (2000) e doutorado em Ciências Sociais em Desenvolvimento, Agricultura e Sociedade pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (2005). Atualmente é professor adjunto i da Universidade Federal do Amazonas e professor da Universidade do Estado do Amazonas. Tem experiência na área de Ecologia, com ênfase em Ecologia Política do Desenvolvimento, atuando principalmente nos seguintes temas: ecologia política del desarrollo, agrodiversidade, amazonia, assentamentos humanos e amazônia. Postdoutor pela Universidade Federal Rural de Rio de Janeiro em (2014).
CRONOGRAMA 1ª JORNADA DE BIOLOGIA
PALESTRAS
DATA
|
HORÁRIO
|
PALESTRA
|
PALESTRANTE
|
21/10
Quarta-feira
|
8:00
|
Mesa
de abertura dos trabalhos
|
Prof.
Dr.José Dourado
Profa.Msc.Rita
Dacio Falcão
Profa.Msc.Marcella
C. Campos
Profa.Msc.
Ana Lucia Garcia Torres Profa.Dra. Cristiane Carvalho
|
8:30
|
1ª
Palestra - História Política e Ecologia da Amazônia e América Latina
|
Prof.
Dr. Hector Alberto Alimonda
Prof.
Dr. Camilo Torres Sanchez
|
|
9:30
|
2ª
Palestra – Tuberculose no município de Tabatinga
|
Enf.
Lucivania Queiroz
|
|
10:30
|
Palestra:
Segurança Fluvial
|
Capitão-Tenente Eudimaci Barbosa de Lira
Marinha
do Brasil
|
|
21/10
Quarta-feira
|
14:30
|
3ª
Palestra - Acidentes com Animais Peçonhentos
|
Prof.
Esp.Weslei Valteran dos Santos
|
15:30
|
4ª
Palestra – Radiação Gama: Utilização em Experimentos Biológicos
|
Prof.
Drª. Rosângela da Silva Costa
|
|
16:30
|
Etnobiologia
e o ensino e ciências e Biologia
|
Profa.
Msc. Iatiçara Oliveira da Silva
|
quarta-feira, 9 de setembro de 2015
BRASIL QUE CRIO O MONSTRUO CHAVISMADURISTA EM VENEZUELA AGORA AJUDE A ACABAR COM ELE
| Independencia |
O Brasil possa nos cenários internacionais de mediador e conciliador mas por detrás disso esta sempre o pragmatismo português que põe primeiro o econômico ao político, assim esse falso socialismo do século XXI ou a irmandade latinoamericana ocultam os interesses econômicos dos empresarios do Brasil em especial as empresas frigorificas das quais o proprio Lula e acionista.
Colombia nao pode aceitar mas essa postura dúbia e falaciosa da diplomacia brasileira e aceitar mediações desse pais em conversas com Venezuela ou qualquer outro pais com quem exista conflito.
Brasil e o maior vendedor de armas para enfrentar a oposição na Venezuela, as balas de borracha fabricadas em Brasil sao usadas para nas ruas de Caracas e outras cidades de Venezuela atacar a população fomenta e pobre gracas a política praticada por Maduro e seus cumplices.
Assinar:
Comentários (Atom)
