sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

On the political ecology of the World of Life and formation of modernity in Latin America and Amazonia

Por uma Ecologia Politica do Mundo da Vida e da Formação da Modernidade na America Latina e na Amazonia


El arbol de la vida de Fernando Botero
















Camilo Torres Sanchez[1]
Universidade do Estado do Amazonas (UEA)
RESUMO

Pesquisa sobre a naturalidade do ser humano e da humanidade da natureza no Ocidente, onde o mundo da vida e a formação estrutural da modernidade na América Latina e na Amazônia, são tratados como problema ecopolitico. A implantação de modernidade e modernização do mundo da vida humana e natural criou uma ruptura destrutiva na civilização, por ação da racionalidade instrumental administrativa que promove o desocultamento técnico do mundo da vida atraves da mecanização da vida com uso de biotecnicas como a transgênia e as máquinas-ferramentas que estão sujando a America Latina e a Amazonia. É proposto para se re-estabelecer o projeto de uma nova modernidade ocidental a reconstituição da etica e do direito à vida, atraves das redes sócio-técnicas da biodiversidade da América Latina, e em especial da Amazônia. Esta reconstituição procura superar as projeções neo-coloniais de domínio ecológico e politico sobre a natureza e os povos deste sub continente, usando as ideologias de uma natureza intocada selvagen pregada pelos conservacionistas; ou a continuidade do colapso demográfico que impede o povoamento; ou as tentativas de implantação de neoeuropas destruindo os povos e biota nativa.


Palavras-chave Modernidade, modernização, biotecnicas, biodiversidade, amazonia


RESUMEN

 Por una Ecologia Politica del Mundo de la Vida y de la Formacion de la Modernidad en  America Latina y  Amazonia.

 Investigacion sobre la naturalidad del ser humano e de la humanidad de la naturaleza en Occidente, donde el mundo de la vida y la formacion estructural de la modernidad en América Latina y en Amazônia, son tratados como problema ecopolitico. La implantacion de la modernidad y la modernizacion del mundo de la vida humana y natural creo una ruptura destructiva en la civilizacion, por accion de la racionalidad instrumental administrativa que promueve el desocultamiento técnico del mundo de la vida a traves de la mecanizacion de la vida con uso de biotecnicas como la transgenia y las máquinas-herramientas que estan ensuciando a America Latina y la Amazonia. Se propone para re-estabelecer el proyecto de una nueva modernidad occidental la reconstitucion de la etica y del derecho a la vida, a traves de las redes sócio-técnicas de la biodiversidad de la América Latina, y en especial de la Amazonia. Esta reconstitucion busca superar las proyecciones neo-coloniales de domínio ecológico y politico sobre la naturaleza y los pueblos de este sub continente, usando las ideologias de una naturaleza intocada salvaje pregonada por los conservacionistas; o la continuidad del colapso demográfico que impide el poblamiento; o las tentativas de implantacion de neoeuropas en America Latina y la Amazonia destruyendo los pueblos y la biota nativa.



Palavras-clave Modernidad, modernizacion, biotecnicas, biodiversidad, amazonia












ABSTRACT

On the political ecology of the World of Life and formation of modernity in Latin America and Amazonia.

Research on human naturalness and humanity of nature in the West, where the world of life and structural formation of the modernity in Latin America and in Amazonia, are treated as ecopolitico problem. The implementation of modernity and modernization in the world of human and natural life created a destructive breakdown in civilization, for administrative action of instrumental rationality that promotes technical unconcealment world of life through the mechanization of life use of biotech as transgenics and machine tools that are littering to Latin America and the Amazon. It is proposed to re-estabelecer the project of a new Western modernity reconstitution of ethics and the right to life through socio-technical biodiversity of Latin America networks, especially in the Amazon. This reconstitution seeks to overcome the neo-colonial projections ecological and political domination over nature and people of this sub continent, using a pristine nature ideologies advocated by conservationists wild; or the continuity of the demographic collapse that prevents the settlement; or attempts of introduction of neoeuropas in Latin America and the Amazon peoples and destroying the native biota.



Key words Modernity, modernization, biotech, biodiversity, Amazon



[1] Doutor em Ciências Sociais em Desenvolvimento, Agricultura e Sociedade pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Professor da Universidade do Estado do Amazonas (UEA).

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Siguendo las negociaciones de la COP21 en Paris

Desde Amazonia se siguen esas negociaciones COP21 con bastante esceptisismo pues es imposible reducir los niveles de CO2 sin detener por completo la construcción de obras de ingeniería como hidroeléctricas, termoeléctricas, ferrovias y carreteras como la que une Manaus a Porto Velho y que esta abriendo un corredor de deforestación acelerada en la Amazonia occidental.

Practicamente todas las ciudades de la Amazonia funcionan con plantas térmicas pequeñas que deben ser substituidas por generadores solares o eólicos como el caso de Leticia, Tabatinga y Benjamin Constant aqui en la frontera entre Colombia, Brasil y Peru.

La fabricación de automóviles, motocicletas, aviones y otros debe ser detenida y los medios de transporte colectivo como ómnibus, metro, tranvia, bicicleta y la caminata deben entrar a ser privilegiados en la política urbana de las ciudades.

Toda la industria que tiene como materia prima derivados del petróleo debe buscar substituir sus insumos y materias primas por bio materiales e insumos biológicos, como el caso de la ropa que debe parar de usar fibras sintéticas y volver a usar fibras naturales como algodón, arroz, cáñamo y otras.

Es muy dificil decirle a la población en las regiones tropicales y polares que no podrán enfriar sus casa con aire acondicionado o calentarlas con calentadores, ya que los primeros muertos por el cambio climático fueron infantes y viejitos que no soportaron los cambios abruptos de temperatura dentro de sus casas.



sexta-feira, 27 de novembro de 2015

A LAMA SAIU DE MARIANA CHEGOU EM BRASILIA E DESCE O RIO AMAZONAS

Qual a relacao dos acontecimentos de Mariana com o que esta sucedendo em Brasilia, uma grande concentracao de residuos toxicos produto de uma mineracao predatoria e selvagem guardados numa barragem que nao suporto a quantidade de chuvas e agua entrante e quebrou o muro sepultando vilas, asfaltando rios e finalmente chegando no mar para se dissolver.

De outro lado a gigantesca barragem da corupcao politica brasileira que concentrou uma tal quantidade de crimens, condutas reprovaveis, enriquecimento vergonhoso acima de uma populacao pobre e dependente desses bandidos, que contaminou todas as esferas da sociedade desde a educacao, a industria, o comercio, os bancos, foi tanta a lama da corrupcao acumulada que um so juiz consigui quebrar essa barragem de corrupcao, esse oxido que corroe o ferro da sociedade brasileira.

Agora a barragem da corrupcao esta rachada, nem de longe esta quebrada como a de Mariana, mas assim ja esta derrubando estruturas como a camara, o senado e a propria presidencia da republica brasileira.

Mas essa enchente de lama e corrupcao nao para por ai, vai descer por todos os rios de Brasil ate Amazonia, pois as fraudes em obras como a hidreletrica de Belo Monte construida corrompendo a natureza amazonica, seus povos originarios, criando vilas miseria em Altamira e outras cidades onde muilheres e criancas se vendem por centavos e as aguas contaminadas os matam lentamente, vao espalhar esse lamacal essa vala a ceu aberto que a classe politica brasileira e amazonica criaram.

Outras barragens iram ruir como a de Santarem em Mariana ou a pretensa barragem hidreletrica que dizem sera construida no rio Tapajos para continuar fazendo a mineracao predatoria dos povos e natureza amazonica para beneficiar as elites corruptas do sudeste.

Brasil de novo perdeu o bonde do desenvolvimento em aras do crescimento economico concentrador e corrupto, so que agora a cada grama de carbono que e jogado na atmosfera os desastres iram se multiplicar e quem vai sofrer com isso de novo serao os mais pobres que enganados com uma bolsa escola nao enxergaram os milionarios roubos que aconteciam.



quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Organizando recebimento, até 30 01 2016, artigos para livro coletânea “Fronteiras de Saberes” publicavel em 30 de março de 2016.‏

Os professores Renan Albuquerque, Michel Justamand, Camilo Sanchez e Josenildo Santos,
em um trabalho conjunto com estudantes de pós-graduação e graduação que integram o Núcleo de
Estudos e Pesquisas em Ambientes Amazônicos (Nepam/CNPq) e o Laboratório de Editoração
Digital do Amazonas (LEDA/Ufam), ambos sediados na Universidade Federal do Amazonas - Polo
Parintins (ICSEZ/Ufam), estão organizando o recebimento, até 30 de janeiro de 2016, de artigos
para a composição do livro coletânea “Fronteiras de Saberes”, a ser publicado em 30 de março de
2016.

Será um e-book de distribuição gratuita, editado em plataforma Open Journal System, com
acesso livre a estudantes e pesquisadores da graduação e pós-graduação. O livro terá ISBN, Conselho Editorial, Catalogação da Biblioteca da Ufam e será de fácil localização por meio de portais de busca a toda a comunidade científica. O convite para a submissão de papers tem como meta fomentar o diálogo de saberes entre cientistas na área de humanidades em geral, com especificidades para as interdisciplinares de estudos na Amazônia.

A obra é a terceira a ser editada pelo Nepam/LEDA e conta com parceria de professores da Ufam de Benjamin Constant e da Universidade do Estado do Amazonas de Tabatinga, bem como suporte consultivo do Programa de Pós-Graduação em Sociedade e Cultura na Amazônia (PPGSCA), sediado em Manaus, no Instituto de Ciências Humanas e Letras (ICHL), e com representações em Parintins e Benjamin Constant.

Duas produções anteriores já foram publicadas em e-book pelo Nepam/LEDA. Sofrimento Mental de Indígenas na Amazônia (abril de 2014) e Divulgação e Jornalismo Científico em Saúde e Ambiente na Amazônia (dezembro de 2014). A primeira teve apoio do Banco Santander da Espanha e do Instituto de Psicologia da USP; a segunda foi consolidada com parceria da Fundação Oswaldo
Cruz (Fiocruz) e da Escola de Comunicações e Artes da USP. Ambas estão disponíveis em extensão pdf e podem ser facilmente localizadas e baixados na web.

Acadêmicos com pesquisas relacionadas a complexidades amazônicas, no contexto de populações e dinâmicas territoriais e simbólicas em amplo sentido, podem submeter papers, com rigorosa qualidade científica. Indica-se fortemente que os artigos versem sobre temáticas voltadas a investigações interdisciplinares. Recomenda-se que gráficos, fotos ou figuras constem caso sejam estritamente necessários. Os artigos devem ter no mínimo 13 e no máximo 20 páginas, com letra tipo Times New Roman, Espaço 1,5, tamanho 11. Solicita-se resumo em português, inglês e espanhol, com respectivas palavras-chave. O documento deve ser digitado em Word ou Broffice.  Os artigos devem ser enviados para renanalbuquerque@hotmail.com. Inicialmente será feita avaliação concernente ao enquadramento do artigo dentro da proposta. Depois, o documento segue para pareceristas e, por fim, ao aceite do texto, caso se necessitem de alterações os(as) autores(as)
serão comunicados(as).


Cordialmente.
Os organizadores.

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Por um Brasil justo, democratico e ecologicamente sustentavel: Se a sustentabilidade ambiental nao for incluida o Brasil nao sai da crise e nao vai se desenvolver

A crise brasileira olhada desde uma perspectiva ecopolitica onde a  destruicao ecológica com mineracao intensiva de ferro, aluminio, petroleo, carvao e gas, e a agricultura predatoria da soja, ou a construcao de hidreletricas e montagem de carros para so citar alguns exemplos, geraram um  crescimento nao produtivo pois esta mineracao e agricultura nao alimentam a populacao e sim os especuladores das bolsas de mercadorias, a energia eletrica nao e usada para alavancar a producao e sim para fomentar o uso de bujigangas como celular, televisao e iluminacao publica sem uso pois as cidades nao tem atividades produtivas a noite.

A ma gestao,  corrupcao,  politicagem e excesso de dinheiro na economía nao se direcionaram para uma reconversao ecoindustrial que enfrentasse a crises ambiental produzida pelas mudancas climáticas que destroim as atividades produtivas do país. 

Caso patetico disso e o Plano de Desenvolvimento da Educacao que foi palco de mal gasto do dinheiro com contratacao de professores sem qualificacao, lease sem doutorado,  para as novas universidades so para aumentar o curral eleitoral do PT e PMDB, assim o governo no lugar de aproveitar os doutores ja formados inicio um longo processo de requalificacao de pessoas sem preparo para no final ter que dar o canhoto para esses doutores de ma qualidade afrouxando o rigor da posgraducao para de novo nao perder eleitores. O anterior levou a uma ciranda de criacao de cursos de graduacao, mestrados e doutorados no Brasil sem nenhuma qualidade. Isto levou em 20 anos a destruicao da oportunidade unica de melhorar a capacidade de pesquisa e desenvolvimento do pais, neste momento frente as demandas da crise a universidade esta sem como dar respostas a sociedade, repete se o ciclo de formacao de um grupo de burocratas dentro das universidades sem capacidade para gerar novas tecnicas, processos produtivos, patentes, emprendimentos, empresas e finalmente sem capacidade de gerar emprego e renda produtivo, estao sendo criados para viver do emprego publico. 

No ensino basico e medio foi a corrupcao aberta com o Fundo de Desenvolvimento da Educacao FUNDEB, os planos de merienda escolar, transporte escolar, e livros didaticos que atraves da prefeituras e governos estaduais desviaram milhoes de reais atraves de empresas e notas fiscais falsas para financiar a vida de luxo de vereadores, deputados, prefeitos, financiar campanhas politicas. O resultado disso e que depois de vinte anos de politica educativa do PT os alunos brasileiros saem das escolas mal nutridos, sem saber ler e escrever, sem compreender um texto e ainda sem saber as operacoes logicas e matematicas basicas que os fariam encontrar um emprego ou entrar numa escola tecnica ou universidade. Ou simplesmente para formar uma sociedade civil organizada que atraves das comunidades escolares enfrentasse os desafios da crise ambiental, falta de agua, lixo, saude, poluicao, seguranca alimentar, nada disso aconteceu. Toda essa expansao das atividades de faz de conta gerou aumentos do consumo de energia do governo, os alunos que fazem de conta que estao estudando, os professores que fazem de conta que estao ensinando, os pesquisadores que fazem de conta que estao pesquisando e junto a campra de bujigangas como computadores e veiculos que nao sao usados intensamente em atividades de pesquisa e ensino.
  

Na realidade nao existiram avancos sociais nos últimos anos pois os setores da populacao que supostamente sairam da pobreza o fizeram consumindo bens de consumo, de faz de conta,  e nao de producao, criaram consumidores mas nao empresarios, os acrescimos de renda foram para pagar as bujigangas e nao para financiar educacao, saude, terra, as pessoas que adquiriram moradia receberam imoveis de muita ma qualidade praticamente trocando um cortico na favela por um no conjunto habitacional, os aumentos de renda nao foram direcionados para formar uma clase media proprietaria e empresaria e sim formaram uma clase consumista dependente dos beneficios sociais, do subemprego, ou emprego sazonal para se sustentar.

Nao tem nenhum sentido preservar empregos e renda quando estos estao dirigidos a aumentar o consumo nao produtivo a continuar com a farra a festa da ma gestao nas familias empresas e nos governos. Assim e claro que a crise nao e de falta de dinheiro na economía e sim de falta de direcionamento para a sociedade, a abundancia foi dilapidada e nao sabe se viver na escazess.

O PT aposto pelo crescimento económico sem desenvolvimento geral da sociedade neste momento a única via possivel de desenvolvimento e a da sustentabilidade ambiental, pois outras vías do vao aprofundar o quadro de crise económica social cultural e civilizatoria existente.



Brazil for a fair, democratic and ecologically sustainable: If environmental sustainability is not included Brazil not out of the crisis and not returned to grow


About the prospect of an archaic nationalist developmental project, the works party PT and some other organizations formulate proposals to exit the current crisis, returning to blame the big banks and the crisis investment funds, this text states that the resignation of PT their environmental flags nineties, the struggle for agrarian reform, protection of indigenous lands, the ecoindustrial conversion among other environmental flags, and the failure to include the vision of sustainable development in public policies of recent years have led the PT to a form of rule totally away from their original ideas, only the resumption of this program may for the PT and other parties on the way to resolving the structural crisis that suffers Brazil.


The PT can not accuse the real sector of wanting to capture the state, as he opened the fair contracts for digging contractors in support of agriculture, livestock, petroleum, construction, automotive sector and the banks themselves and thus be able to govern with bribes and payments to political, social policy PT dug up on buying support bought with dirty money.

For this, the PT gave up all environmental policy allowing destructive agriculture of agricultural goods, livestock expansion from tribal areas and the Amazon rainforest, increasing consumption of oil and gas and leaving aside the wind and solar power, favoring pharaonic building civil works like hydroelectric dams, railroads and highways, refusing to levy taxes to the automotive sector so contributing to the car's expansion in the country deepened the climate crisis, destroying the public and collective transport.

All this with the argument that they were protecting the employment of the population, but jeopardizing long-term environmental sustainability of Brazil, the population receives wages but have no access to clean water, food and clean energy, the government takes with the foot who gave to the hand shape, but perverse possible, one must phone but do not have clean water. The populist programs of minimum income created a perverse cycle of increase in the size of families, but without giving definitive outputs informality, underemployment and lack of access to health services, education and security.

It is clear that opposition to PT also does not have a sustainable development project for Brazil, it puts forward company with a dilemma type ! Now running the beast catches! If you stay the beast eats !, the third way that would be represented by Marina Silva and a group of social organizations fail to earn enough visibility for the complex characteristics of the crisis that make it difficult to understand the population, everyone believed that mobile access, cable television and internet would be an improvement in quality of life, but it did not come accompanied by access to water, food, housing and land worth keeping at the end of the exclusion conditions.

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Por um Brasil justo, democratico e ecologicamente sustentavel: Se a sustentabilidade ambiental nao for incluida o Brasil nao sai da crise e nao voltara a crescer




Agricultura predatoria destroi fontes de agua, solo e floresta em MT

Sobre a perspectiva de um projeto desenvolvimentista nacionalista arcaico, o PT e algumas outras organizações formulam propostas para sair da crise atual, voltando a culpar os grandes bancos e fundos de investimento da crise, neste texto se afirma que a renuncia do PT a suas bandeiras ambientalistas dos anos noventa, a luta pela reforma agraria, a proteção das terras indígenas, a reconversão ecoindustrial entre outras bandeiras ambientalistas, e a não inclusão da visão do desenvolvimento sustentável nas politicas publicas dos últimos anos levaram o PT a uma forma de governar totalmente afastada de seu ideário original, só a retomada desse programa poderá por o PT ou outros partidos no caminho para a resolução da crise estrutural que sofre o Brasil.

O PT não pode acusar o setor real da economia de querer capturar o estado, pois ele mesmo abriu a feira de contratos para cavar apoios de empreiteiros da agricultura, pecuária, petróleo, a construção, setor automotivo e os próprios bancos e poder assim governar com subornos e pagamentos aos políticos, a politica social petista fincou se na compra de apoios comprados com dinheiro sujo.

Para isso o PT abriu mão de toda a politica ambiental permitindo a agricultura predatória de mercadorias agrícolas, a expansão da pecuária sobre áreas indígenas e a floresta amazônica, aumentando o consumo de petróleo e gás e deixando de lado a energia eólica e solar, favorecendo a construção de obras civis faraônicas como hidrelétricas, ferrovias e rodovias, renunciando a cobrar impostos ao setor automotivo favorecendo assim à expansão do carro nos pais aprofundando a crise climática, destruindo o transporte publico e coletivo.



Frente sojeira avancando sobre Amazonia em 09/2015

Tudo isso com o argumento de que estariam protegendo o emprego da população, mas hipotecando em longo prazo a sustentabilidade ambiental do Brasil, a população recebe salários, mas não tem acesso a agua potável, alimentação e energia limpas, o governo tira com o pé o que deu com a mão da forma, mas perversa possível, a pessoa tem celular, mas não tem agua potável. Os programas populistas de renda mínima criaram um ciclo perverso de aumento no tamanho das famílias, mas sem dar saídas definitivas à informalidade, subemprego e falta de acesso a serviços de saúde, educação e segurança.


Esta claro que a oposição ao PT também não tem um projeto de desenvolvimento sustentável para o Brasil, isso coloca a sociedade frente a um dilema do tipo se !Correr o bicho pega! Se ficar o bicho come!, a terceira via que estaria representada por Marina Silva e um conjunto de organizações sociais não conseguem ganhar visibilidade suficiente pelas características complexas da crise que a fazem de difícil entendimento pela população, todos acreditaram que acessar celular, televisão a cabo e internet seria uma melhora na qualidade de vida, mas isso não veio acompanhado de acesso a agua, alimentos, moradia e terra digna mantendo no final as condições de exclusão.  


Floresta amazonica intacta gerando agua, chuvas